Coritiba x Fluminense: A 'batalha campal' que parou na Justiça

Daniel Piva e Vinícius Faustini

O episódio de violência ocorrido ao final de Coritiba e Fluminense, que empatou em 1 a 1 pela última rodada do Brasileirão, foi muito além de 6 de dezembro de 2009. O quebra-quebra e a selvageria vistos no Couto Pereira culminaram em passos na esfera esportiva e na Justiça.

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PRAÇA DE GUERRA

Indignados com o rebaixamento do Coritiba, torcedores invadem o Couto Pereira e protagonizam cenas de selvageria após o empate em 1 a 1 com o Fluminense. São atirados objetos contra policiais, trio de arbitragem e profissionais dos dois clubes. Vândalos depredam parte do estádio. Confusão rende 17 feridos e prejuízo de R$ 500 mil ao estádio.

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NO STJD

Definido na súmula do árbitro Leandro Vuaden como “batalha campal”, o caso rende ao Coxa a pena máxima: 30 jogos sem mando e multa de R$ 610 mil. Após o clube recorrer, a pena é reduzida para dez partidas.
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NA JUSTIÇA

O Ministério Público (MP-PR) indicia 14 torcedores do Coritiba. Seis têm suas sentenças em 2011: são proibidos de ir a estádios por dois anos. Cinco deles terão de pagar R$ 150 mensais ao Coxa por danos materiais. Quatro deles, têm de prestar serviço à comunidade. Anos depois, um torcedor é absolvido e seis vão a julgamento.
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MARÇO DE 2017

Após um longo processo, sai o veredicto dos outros seis torcedores do Coritiba envolvidos no quebra-quebra no Couto Pereira. Reimakler Allan Graboski pega oito anos e quatro meses de prisão. Gilson da Silva, Sidnei Cesar de Lima e Adriano Sutil Oliveira são condenados a sete anos e seis meses por tentativa de homicídio. Por lesão corporal grave, dois torcedores recebem penas em regime semiaberto: Renato Marcos Moreira, por 2 anos e 11 meses, e Alan Garcia Barbosa, de dois anos e um mês.






















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