Copinha: Apenas final terá restrição de 70% do público

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Jogadores de Palmeiras e Água Santa disputam bola em jogo da Copinha (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)
Jogadores de Palmeiras e Água Santa disputam bola em jogo da Copinha (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)

O governador de Sâo Paulo, João Doria (PSDB), anunciou novas medidas para combater o avanço da ômicron, variante do coronavírus que tem aumentado o número de casos no Brasil. Dentre as medidas, está a redução de público nos estádios de futebol, mas a decisão vale apenas para o Paulistão e não para a Copa São Paulo de Futebol Júnior, competição de tradicional de categorias de base no país.

De acordo com o governo, como o público da Copinha costuma ser pequeno, a competição não será afetada pelas novas medidas até a final, marcada para o dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo.

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A partir do dia 23, data da primeira rodada do Paulistão, os clubes só poderão receber 70% da capacidade máxima de seus estádios. 

Veja o que muda no estado de São Paulo

A recomendação feita pelo estado é que os eventos recebam 70% da capacidade total. Isso vale para eventos, show e atividades esportivas. Todos devem exigir o passaporte vacinal. As recomendações se aplicam tanto a eventos públicos quanto eventos privados.

A decisão cabe aos municípios que podem recomendar restrições ainda mais duras. "Temos que deixar também que o município possa legislar de acordo com a sua situação epidemiológica. Nós passamos uma régua daquilo que é o mínimo que deve ser feito, e as prefeituras podem ampliar essas restrições de acordo com a necessidade", disse João Gabbardo, coordenador do comitê científico.

"Nessas últimas duas semanas, nós tivemos um aumento de 58% de pessoas internadas em leitos de UTI", apontou Gabbardo. O crescimento nas enfermarias foi de 99%. "Quando as pessoas dizem que essa variante é inofensiva e que os sintomas são todos leves, a gente tem que levar em consideração que isso é resultado da vacinação", disse o médico.

O comitê científico reforçou a necessidade do uso de máscaras e sugeriu que os itens de proteção individual sejam obrigatórios até dia 31 de março em todos os ambientes, em locais abertos ou fechados. Gabbardo lembrou também da higienização das mãos e apelou que a população procure a vacinação. "E que a gente possa começar o mais rápido possível a vacinação das crianças."

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