Copa América no Brasil: autoridades locais se manifestam e primeiro veto é confirmado

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Em um movimento repentino e amplamente criticado pela opinião pública, o Governo Federal, liderado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, colocou o Brasil à disposição para sediar a Copa América 2021, 'desalojada' e ameaçada após os governos de Colômbia e Argentina optarem por abrir mão do torneio em virtude da situação política e pandêmica dentro de suas fronteiras.

Após reuniões entre autoridades federativas e dirigentes da Conmebol, a maior entidade do futebol sul-americano confirmou que a competição será realizada em nosso país, decisão recebida com espanto e indignação popular nas redes sociais. Com apenas 10% de sua população vacinada e com média móvel de 2 mil mortes por dia, o Brasil é o país sul-americano que mais sofre com a Covid-19 e, ainda assim, receberá um megaevento esportivo nos próximos dias.

Argentina e Colômbia optaram por abrir mão de receber o torneio | NICOLAS GARCIA/Getty Images
Argentina e Colômbia optaram por abrir mão de receber o torneio | NICOLAS GARCIA/Getty Images

Governos locais se manifestam

Poucas horas depois da Conmebol confirmar o Brasil como nova sede da Copa América, autoridades e governos locais começaram a se manifestar publicamente. O Governo de Pernambuco - estado que já era apontado como uma das sedes prováveis para jogos do torneio -, divulgou nota oficial desautorizando a realização de partidas em seu território: "O atual cenário epidemiológico não permite a realização de evento do porte da Copa América no território de Pernambuco", pontuou.

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