Retrospectiva: confira quem são os 8 lutadores que dominaram a década

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Imagem do ringue no milionário duelo entre Floyd Mayweather Jr. e Conor McGregor (Photo by Erick W. Rasco /Sports Illustrated via Getty Images)
Imagem do ringue no milionário duelo entre Floyd Mayweather Jr. e Conor McGregor (Photo by Erick W. Rasco /Sports Illustrated via Getty Images)

Com o fim desta década em questão de dias, o blog preparou um ranking com os principais lutadores que dominaram ringues e cages, bem como imprimiram sua marca na história dos esportes de combate.

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Floyd Mayweather Jr. assiste jogo de basquete ao lado do chefão do UFC, Dana White (Kevork Djansezian/Getty Images)
Floyd Mayweather Jr. assiste jogo de basquete ao lado do chefão do UFC, Dana White (Kevork Djansezian/Getty Images)

1-Floyd Mayweather Jr.: É difícil argumentar com um cartel de 50 vitórias e 0 derrotas e títulos em cinco categorias de peso. Fora do ringue, “Money” Mayweather também se provou um vencedor ao impor seus termos na mesa de negociações, fechar contratos no momento que mais o favorecia, garantir bolsas milionárias, inclusive em um combate no qual o adversário fazia sua estreia no boxe (Conor McGregor).

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Jon Jones (em primeiro plano), campeão dos meios-pesados do UFC, é considerado o melhor lutador, independente da categoria de peso, da promoção (Chris Unger/Zuffa LLC via Getty Images)
Jon Jones (em primeiro plano), campeão dos meios-pesados do UFC, é considerado o melhor lutador, independente da categoria de peso, da promoção (Chris Unger/Zuffa LLC via Getty Images)

2-Jon Jones: “Bones” inicou a década como um “bom garoto” e a partir daí se envolveu em várias polêmicas, incluindo algumas relacionadas a antidoping, rivalidades explosivas e flertou com a derrota. Mas Jones termina a década invicto no período, o homem a ser batido, campeão meio-pesado do UFC e melhor libra-por-libra, após derrotar rivais como Daniel Cormier, Alexander Gustafsson e Mauricio Shogun.


A vitória sobre Oscar de la Hoya catapultou Manny Pacquiao (à dir.) ao estrelato nos ringues (Jed Jacobsohn/Getty Images)
A vitória sobre Oscar de la Hoya catapultou Manny Pacquiao (à dir.) ao estrelato nos ringues (Jed Jacobsohn/Getty Images)

3-Manny Pacquiao: Não por acaso o filipino serviu em boa parte de suas carreira como parâmetro de comparação para Mayweather Jr. Impulsionado por um estilo vigoroso, agressivo, e, até o meio da década, uma pegada fenomenal, o “Pacman” conquistou títulos em nada mais do que oito categorias de peso. Seu trabalho social também é bastante conhecido nas Filipinas, onde assumiu uma cadeira no Congresso.


Responsável pela implantação da divisão feminina no UFC, Ronda Rousey entrou para o Hall da Fama (Brandon Magnus/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)
Responsável pela implantação da divisão feminina no UFC, Ronda Rousey entrou para o Hall da Fama (Brandon Magnus/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)

4-Ronda Rousey: Após suas derrotas para Holly Holm e Amanda Nunes, é fácil negligenciar “Rowdy” Rousey. Mas foi graças a ela que o UFC iniciou a divisão feminina. E não foi apenas por sua atuação dentro do cage, era comum vê-la em eventos do UFC fazendo lobby com dirigentes e mídia. De 2011 a 2015 a carismática Ronda “atropelou” todas as adversárias e a pergunta não era se ela iria ganhar, mas como.


Jose Aldo passou boa parte da década com um cinturão dos penas sobre os ombros (Rob Stothard/Zuffa LLC via Getty Images)
Jose Aldo passou boa parte da década com um cinturão dos penas sobre os ombros (Rob Stothard/Zuffa LLC via Getty Images)

5-José Aldo: O manauara era visto como o sucessor de Anderson Silva. E por que não? Mais jovem, unia técnica e pegada, cinturões no WEC e UFC, e construiu uma sequência de 18 vitórias contra um “quem é quem” da categoria até a surpreendente derrota para o irlandês Conor McGregor. Voltou a vestir o cinturão de campeão pena do UFC, perdeu, chegou a falar em aposentadoria, mas se reinventou como peso-galo.


Wladimir Klitschko costumeiramente tinha a vantagem em altura e envergadura sobre seus rivais (Ed Mulholland/WireImage)
Wladimir Klitschko costumeiramente tinha a vantagem em altura e envergadura sobre seus rivais (Ed Mulholland/WireImage)


6-Wladimir Klitschko: O gigante ucranino defendeu na década, com sucesso e sem grandes dificuldades, por 11 vezes os títulos dos pesados da FIB e OMB, além de anexar o cinturão da AMB em 2011, e ser considerado pela “The Ring” campeão linear. Em 2015, então com 39 anos, Wladimir perdeu os cinturões para Tyson Fury, 27, por pontos. Tentou recuperá-los, mas perdeu para Anthony Joshua em sua última luta.


Amanda Nunes conseguiu o feito de ser campeã simultâneamente em duas categorias de peso no UFC (Jeff Bottari/Zuffa LLC)
Amanda Nunes conseguiu o feito de ser campeã simultâneamente em duas categorias de peso no UFC (Jeff Bottari/Zuffa LLC)


7-Amanda Nunes: A “Leoa” iniciou a década com resultados mistos, mas ao engatar uma sequência de 15 vitórias, Amanda vem dominando de forma impressionante. Bônus de “performance da noite”, vitórias rápidas e avalassaladoras sobre Ronda Rousey, Miesha Tate e Holly Holm, e Cris Cyborg, o fato de ser campeã simultânea em duas categorias de peso e sua mensagem pró-minorias a colocam neste ranking.


Giorgio Petrosyan (à dir.), tem o braço erguido, uma cena familiar durante a década (Valery Sharifulin\TASS via Getty Images)
Giorgio Petrosyan (à dir.), tem o braço erguido, uma cena familiar durante a década (Valery Sharifulin\TASS via Getty Images)


8-Giorgio Petrosyan: O armênio nacionalizado italiano foi durante a década um dos lutadores de kickboxing e boxe tailandês mais versáteis e vitoriosos do mundo (só perdeu uma vez no período). Além de participar de eventos e colecionar títulos ao redor do globo por promoções como K-1, Glory, Bellator Kickboxing, este ano “The Doctor” foi campeão do ONE Kickboxing World Grand Prix dos penas, no Japão.



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