Confira os números da final do Brasileirão da CBFA entre Coritiba Crocodiles e Galo FA

Chiarini Jr./CBFA - Time curitibano bateu o Galo FA no último domingo


O futebol americano é um jogo marcado por estatísticas e elas servem para ilustrar a partida e fazer com que o resultado seja melhor compreendido. Contudo, a final do Brasileirão da CBFA, no último sábado (27/11), vencida pelo Coritiba Crocodiles é um daqueles duelos em que a análise dos números não reflete o que foi a decisão. A vitória rendeu o tricampeonato brasileiro ao time paranaense.

No confronto em que o Croco bateu o Galo FA por 16 a 14, no estádio Couto Pereira, com um field goal de 44 jardas nos segundos finais da final, os números são favoráveis aos mineiros, mas isso não significa que o time derrotado foi superior no confronto.

Em relação às jardas passadas, o Galo FA teve mais que o dobro dos donos da casa 340 (média de 5.8 por drive) contra 148 (3.7 por campanha ofensiva). Já em relação aos avanços conquistados por passes dos quarterbacks, Marco Aguinaga teve mais jardas passadas do que Talon Roggasch: 266 (média de 7 jardas por ataque) ante 98 (4.7 por campanha ofensiva).

Contudo, apesar da vantagem, o QB do time mineiro teve duas interceptações no jogo – ele só tinha uma na competição toda – contra uma do quarterback do time paranaense. O outro turnover do Croco foi um fumble recuperado após uma corrida de um running back.

Um dos números que fizeram muita diferença no jogo foi a quantidade de faltas. O Galo FA fez 18 infrações, que proporcionaram 148 jardas, enquanto o Coritiba Crocodiles teve nove faltas, que cederam 75 jardas ao adversário. Uma das faltas do Galo FA, no final do jogo, proporcionou uma descida automática para o Croco – que estava em situação difícil e, na sequência, conseguiu um avanço, que rendeu a chance do field goal de 44 jardas, que rendeu a virada e o tricampeonato para o Croco.

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