Como Everton Cebolinha pode virar a maior venda na história do Grêmio?

Goal.com

E Everton Cebolinha pode estar próximo do adeus ao Grêmio. De acordo com o jornal Gazzetta dello Sport, um dos mais tradicionais da Itália, o Napoli estaria próximo de oferecer 25 milhões de euros pelo atleta. Devido à alta das moedas estrangeiras no câmbio e a desvalorização do real, a venda se transformaria na maior da história do clube.

Até quando vai o contrato de Everton Cebolinha com o Grêmio?

Atualmente, o maior valor pago por um atleta da equipe gaúcha são os R$ 140 milhões (mais os R$ 41 milhões em variáveis) que o Barcelona pagou por Arthur. Na época, um euro valia aproximadamente R$ 4,53. 

Role para baixo para continuar lendo
Anúncio

Hoje, o euro está R$ 6,27. Isso significa que os 25 milhões de euros que o Napoli supostamente ofereceu por Cebolinha se transformariam em R$ 156 milhões, valor mais alto que os R$ 140 milhões que o clube catalão pagou pelo meia - excluindo as variáveis.

No entanto, caso a venda chegasse, o Grêmio não iria ficar com a maior parte do dinheiro: o Tricolor só possui 50% do passe do atleta. Assim, receberia aproximadamente R$ 78 milhões, número alto, mas distante da expectativa do presidente Romildo Bolzan de só abrir mão do atacante por 45 milhões de euros.

Em entrevista recente para o jornal Zero Hora, o pai de Cebolinha, Carlos Alberto Soares, confirmou o interesse do Napoli.

"O Napoli o procurou e apresentou um projeto. Eles ficaram de mandar uma proposta direto para o Grêmio na próxima semana”, afirmou.

No seu sétimo ano nos profissionais do clube gaúcho, Everton, com 24 anos, já marcou 69 gols em 270 jogos e conquistou seis títulos, com destaque para a Copa do Brasil de 2016 e a Libertadores de 2017. Foi a camisa do Imortal que o jogador se consolidou na seleção brasileira e assumiu a responsabilidade de ser um dos principais pontas do futebol brasileiro.

Assim, iria para a Europa como ídolo do Grêmio, depois de ter conquistado várias taças pela equipe gaúcha: muito mais do que jovens jogadores normalmente tem tempo de fazer nos profissionais, visto que, hoje em dia, atletas brasileiros estão saindo para a Europa cada vez mais cedo.

Leia também