Comitê Olímpico dos EUA cria fundo de apoio para atletas afetados pela COVID-19

AFP
Um homem em frente à Arena Ariake, onde serão disputadas a s partidas de vôlei dos Jogos de Tóquio
Um homem em frente à Arena Ariake, onde serão disputadas a s partidas de vôlei dos Jogos de Tóquio

O Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos (USOPC) lançou nesta quinta-feira um fundo para ajudar os atletas afetados pela pandemia da COVID-19, após uma pesquisa mostrar que 75% dos desportistas sofreram cortes em sua renda.

As perdas atingem até a metade dos ganhos no caso de 26% dos atletas que participaram da pesquisa.

Muitos dos atingidos por esse problema têm pela frente mais um ano de treinamento antes da chance de competir nas Olimpíadas de Tóquio, adiadas para julho de 2021 devido ao coronavírus.

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"Ao nos comunicarmos com atletas americanos e suas famílias, aprendemos o profundo impacto que muitos enfrentam à medida que o mundo navega em meio à pandemia da COVID-19 e pelo adiamento dos Jogos de Tóquio", informou Sarah Hirshland, diretora-executiva do USOPC.

"Ouvimos em voz alta e clara que existe uma grande necessidade de ajudar a aliviar os encargos financeiros que muitos enfrentam, e é uma oportunidade para ajudarmos e apoiarmos mais os atletas durante este período sem precedentes", acrescentou Hirshland.

O fundo permitirá que atletas americanos elegíveis recebam ajuda financeira, que seria um valor fixo, para enfrentar as dificuldades financeiras causadas pela pandemia e pelo adiamento olímpico.

Todos os fundos serão destinados aos atletas que se preparam para competir em 2021 em Tóquio ou nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim-2022.

Os resultados da pesquisa de impacto econômico devido à pandemia também motivaram o aumento de recursos destinados a proteger a saúde mental e física dos atletas e melhorar sua cobertura de saúde.

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