Com todas as licenças da Uefa, Mancini quer ser técnico no Brasil

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Mancini passou três anos na Itália para obter todas as licenças da Uefa (Arquivo pessoal)
Mancini passou três anos na Itália para obter todas as licenças da Uefa (Arquivo pessoal)

O Brasil tem algumas centenas de técnicos de futebol, mas poucos possuem as licenças da Uefa para trabalhar, por exemplo, na Europa. Um desses poucos é Mancini, que jogou como lateral-direito da seleção brasileira e da Roma. “Eu consegui todas as licenças depois de três anos de cursos na Itália. Agora, quero começar a trabalhar como técnico aqui no Brasil”, explica Mancini, de volta a Belo Horizonte.

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Durante o período de estudos, ele morou com a família na Itália e na Inglaterra. “Fiz questão de completar todos os cursos disponíveis e tenho as licenças Uefa Pro, A e B. Entre os técnicos brasileiros, penso que só eu, Sylvinho, Toninho Cerezo, Leonardo e Milton Mendes temos essas licenças da Uefa”.

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Apesar de nunca ter trabalhado com o treinador em território brasileiro, Mancini já teve sua primeira experiência na Itália. Ele comandou o Foggia, equipe da quarta divisão, e conseguiu duas vitórias e uma derrota em três jogos. “Mas acabei saindo por não concordar com o diretor do clube, que queria que a gente desse chutão. Eu gosto de ver minhas equipes jogando bola, com posse e muita ofensividade”, justifica o ex-lateral, hoje com 39 anos de idade.

Mineiro de Ipatinga, Alessandro Faiole Amantino, ou popularmente conhecido como Mancini, se aposentou como jogador em 2016, quando vestia a camisa do Villa Nova. Seu currículo reservou passagens em vários clubes importantes do Brasil (como Atlético-MG, Portuguesa, Bahia e São Caetano, além de gigantes europeus como Roma e Inter de Milão. Pela seleção brasileira, ainda foi campeão da Copa América de 2004.

Em suas andanças como atleta, ele se deparou com vários tipos de treinadores e o brasileiro que mais gostou foi Vanderlei Luxemburgo. Já na Itália, a melhor experiência se deu com Luciano Spalletti, com quem trabalhou de 2004 a 2008 na Roma. “Ele ensinava cada movimento, seu time era bem treinado, com padrão de jogo, saída de bola, rápido no contra-ataque...”

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