Com seleção renovada, Espanha busca se colocar entre favoritas

O técnico da Espanha, Luis Enrique, durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (22) (Foto: Mike Hewitt - FIFA/FIFA via Getty Images)
O técnico da Espanha, Luis Enrique, durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (22) (Foto: Mike Hewitt - FIFA/FIFA via Getty Images)

A Espanha quer usar esta Copa do Mundo para se recolocar entre as seleções favoritas a um título. Após a conquista de 2010, foram dois insucessos consecutivos — primeiro, uma eliminação na fase de grupos (2014) e, em seguida, nas oitavas de final (2018), além de um futebol em nível abaixo nas duas ocasiões.

Na Eurocopa do ano passado, a seleção mostrou um novo ímpeto e foi eliminada na semifinal pela Itália, que se sagraria campeã do torneio. A renovação dos atletas também foi muito importante, inclusive com a saída de jogadores considerados experientes, à exemplo do goleiro David De Gea e do zagueiro Sergio Ramos.

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Embora seja uma seleção renovada, alguns pilares parecem semelhantes aos que colocaram a Espanha no topo no começo da década, galgada nas estrelas de Iniesta e Xavi, mais experientes, e Sergio Busquets, ainda uma estrela em ascensão. Busquets, aos 34 anos, é parte dos planos do técnico Luis Enrique e deve ser titular na partida desta quarta-feira (23), contra a Costa Rica, às 13h.

Os jovens que podem se tornar estrelas também são do Barcelona: Pedri, 19, e Gavi, 18, são as duas esperanças do meio-campo espanhol. Ansu Fati, de 20 anos, que herdou a camisa 10 de Messi na Catalunha, é outro nome que tem as expectativas do país em si.

Amanhã, a Espanha pode chegar a uma marca importante em Copas do Mundo. Caso faça um gol, a equipe chegará a 100 na história do torneio, juntando-se a Brasil, em primeiro lugar, com 229, seguido da Alemanha (226), Argentina (137), Itália (127) e França (120).