Com menos testes, MotoGP permite novatos em shakedown de Sepang

Redação GP

A MotoGP anunciou nesta quarta-feira (6) uma mudança em seu regulamento esportivo para a temporada 2020. Depois da redução do número de testes, a Comissão de GP decidiu aprovar a participação de estreantes nos três dias de shakedown previstos para Sepang.

Em meados de outubro, a FIM (Federação Internacional de Motociclismo) anunciou uma mudança no calendário de testes da MotoGP, uma medida para compensar o aumento do calendário. Para a temporada 2020 ― que começa no dia 18 de novembro próximo ―, serão dois dias de testes em Valência logo após a última corrida da temporada, um teste privado no fim do mês em Jerez, um shakedown de três dias em Sepang em fevereiro, um teste oficial de três dias no traçado malaio e mais três dias no Catar antes da abertura da temporada. No ano seguinte, porém, a atividade do circuito Ricardo Tormo deixa de existir.

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Fabio Quartararo (Foto: SIC)


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Os competidores passam, então, a contar com dois dias de testes em Jerez em meados de novembro, um shakedown de três dias em Sepang e mais três dias de testes oficiais também no traçado malaio.

Assim, a Comissão de GP se reuniu em Sepang no último dia 2 e decidiu que os estreantes da classe rainha poderão participar do shakedown. Antes, a atividade era aberta apenas para pilotos de testes dos times de fábrica e de equipes que se beneficiam das concessões previstas em regulamento.

Além disso, o Regulamento Técnico também passará por uma modificação para 2020. Por segurança, a Comissão de GP decidiu que em todos os eventos realizados em Phillip Island, os pilotos poderão remover as asas da carenagem das motos. 

A medida considera que “todos os side-pods são removíveis e isso não afeta o perfil externo da carenagem homologada”. 

Além disso, a Comissão de GP decidiu que a direção de prova poderá determinar e anunciar a aplicação desta mesma regra em qualquer outro evento por conta das condições climáticas. 

Por fim, na reunião de Sepang, a Comissão decidiu reintroduzir inscrição de wild-cards na Moto2, que foi suspensa neste ano por conta da indisponibilidade de chassis e motores resultante da chegada da Triumph. Entretanto, por conta da disponibilidade e da operação da ECU e do software obrigatório da Magneti Marelli, só poderão se inscrever equipes que já operam na Moto2.

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