Clubes da Superliga feminina definem novas regras no ranking

Na temporada 17/18, cada time poderá ter até duas jogadoras de sete pontos e duas estrangeiras. Não haverá limite de pontuação por time

Uma reunião com oito dos dez representantes dos clubes classificados para a Superliga feminina 2017/2018, além do vice-presidente da Comissão de Atletas, Gilmar Teixeira (Kid), definiu, na última terça-feira, em São Paulo (SP), novas diretrizes para o ranking que será utilizado na próxima temporada. Por votação, ficou definido que as únicas limitações para a próxima edição da Superliga são que cada equipe poderá ter até duas jogadoras de sete pontos e duas estrangerias.

As demais jogadoras, com pontuação entre zero e seis, estarão liberadas. Também por opção dos clubes presentes - Vôlei Nestlé (SP), Dentil/Praia Clube (MG), Fluminense (RJ), Rexona-Sesc (RJ), Camponesa/Minas (MG), Genter Vôlei Bauru (SP), Pinheiros (SP) e São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP). A nova regra estará em prática apenas por um ano, como uma forma de teste. Caso seja aprovada pelos clubes, será mantida na temporada seguinte.

O ranking oficial foi implantado na temporada 92/93, com o objetivo de gerar equilíbrio entre os times participantes da competição, com limite na pontuação geral para a formação de seus elencos. Desta vez, apenas as atletas que valem sete pontos, a pontuação máxima, serão ranqueadas. Nove jogadoras se encontram nesta situação: Thaísa, Sheilla, Dani Lins, Fernanda Garay, Natália, Fabiana, Gabi, Tandara e Jaqueline.



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