Cerri explica o motivo de recusar o Palmeiras e ficar no Bahia

Divulgação/Bahia
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O nome mais comentado do Bahia neste fim de 2019 foi o diretor Diego Cerri. Homem forte do futebol Tricolor, ele foi cobiçado pelo Palmeiras, mas preferiu rejeitar a oferta do Verdão e permanecer no Esquadrão de Aço.

Em conversa com o Programa Esquadrão, o dirigente contou um pouco mais dos bastidores e o que fez ele continuar no clube.

‘Me sinto parte da construção do projeto do clube, sei como estava em 2016, e junto com uma equipe de trabalho, em todas as áreas, faço parte desse grupo todo que vem realizando coisas importante, passo a passo. Às vezes, a gente quer colher muito rápido, mas não é assim. Minha permanência é em cima disso, se dá por um projeto que ajudei a montar, pessoas que vieram comigo na minha caminhada, compromisso que eu estabeleci. Meu envolvimento com o clube... Me sinto bem trabalhando aqui. Sei dos desafios de melhorar o clube a cada ano. É uma coisa que, para mim, faz sentido batalhar’, disse.

Garantido no cargo, o dirigente começa a planejar a próxima temporada e, sem traçar metas específicas nos campeonatos, confirmou Roger Machado no comando da equipe e projeta reforços para aumentar a qualidade do elenco.

‘Acho que tem quer objetivo, manter atletas, treinador, diretoria, só assim você vai fazer esse trabalho a médio prazo. Mas não basta isso. Tem que ter um acréscimo de qualidade, tentando buscar peças, nesse mercado inflacionado. A gente tem credibilidade por estar fazendo uma gestão responsável, com pagamentos em dia, junto com um treinador que vai continuar. Vejo um desafio grande, mas com grandes perspectivas', finalizou.







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