CBG convoca Seleção Brasileira de ginástica rítmica de conjunto

A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) anunciou, nesta sexta-feira, a lista de convocação das atletas para integrar a Seleção Brasileira de ginástica rítmica de conjunto, após seletiva realizada no Centro Nacional de Treinamento da modalidade, em Aracaju (SE), que foi realizada em março. As ginastas vão iniciar os treinamentos na próxima segunda-feira.

As aletas convocadas são Alanis Avila (Agin/Norsul-SC), Ana Júlia Santos (Unopar-PR), Danielle Brandão (Cassab-DF), Emilly de Souza (Adalberto do Valle-AM), Julliana Gonçalves (CG Pará- PA), Luísa Matos (AABB Tijuca-RJ), Thainá dos Santos (Serc Santa Maria-SP) e Thaís Santos (Unopar-PR), além de duas remanescentes do ano passado, Francielly Machado (Ítalo Brasileiro-ES) e Jéssica Maier (Agiblu-SC).

“Logo quando finalizamos o primeiro dia de seletiva, após avaliação médica, psicológica e nutricional, percebi que as atletas que vieram são realmente aquelas que mais desejam e sonham fazer parte da Seleção. Deu para sentir e ver nos olhos das meninas, e isso é o mais importante, neste momento. Acredito que a determinação será o ponto forte do grupo”, avaliou Camila Ferezin, técnica e coordenadora da Seleção de Conjunto.

“Além do nível técnico, do desempenho, conseguimos alinhar as considerações da equipe interdisciplinar da Seleção, levando em consideração como as ginastas estão fisicamente e emocionalmente preparadas para se submeter à rotina intensa de treinamentos, que exige uma equipe concentrada”, acrescentou.

Nesta temporada, as principais competições da modalidade serão o Campeonato Mundial, que ocorre de 30 de agosto a 3 de setembro, na Itália, e o Campeonato Pan-Americano, de 13 a 15 de outubro, nos Estados Unidos. Em 2017, a ginástica rítmica brasileira vai trabalhar com duas coreografias: uma com cinco arcos e outra com aparelhos mistos, sendo três bolas e duas cordas.

“Nossa expectativa é desenvolver um bom trabalho. Estamos em um momento de transição, não só com as oito novas integrantes, mas novas coreografias, novas músicas, novos aparelhos e novo código de pontuação de ginástica rítmica. Será um período de preparação para os próximos anos, quando buscaremos nosso objetivo maior, que é a classificação olímpica para Tóquio/2020”, finalizou Ferezin.