Carro passa em "maioria de testes de primeira", e Williams vê evolução em relação a 2019

Redação GP

Depois de um 2019 que talvez tenha sido o pior da história da equipe, a Williams tenta se animar para 2020. E, ao menos nos primeiros testes, alguma alegria já surgiu.

Segundo Claire Wiliams, a chefe do time, os primeiros clash-tests foram positivos - porque o novo carro da equipe foi aprovado mais rapidamente do que no último ano, o que pode ser sinal de evolução.

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"Nos demos muito tempo para ter certeza de que se algo der errado, estaremos preparados para corrigir. Um dos primeiros sinais de sucesso é que passamos em todos os nossos crash-tests, e na maioria deles passamos de primeira, ao contrário do ano passado em que alguns chegamos a falhar até na sexta tentativa", declarou.

"Isso coloca ainda mais pressão em nossos sistema, porque aí você passa a ter que lidar mais com o crash-test do que em colocar o carro na pista.  Então foi bom passar por isso rapidamente no inverno", seguiu, em comentários durante o anúncio do israelense Roy Nissany como piloto de testes para 2020.

Nos crash-tests oficiais da FIA, apenas Ferrari e Racing Point já realizaram e foram aprovados.

Claire Williams (Foto: Williams)

Apesar da animação, a Williams ainda evita qualquer tipo de previsão para a próxima temporada: "Todos sabem a quantidade de trabalho que realizamos nos bastidores e ainda é frustrante para mim que não possamos mostrar nossas mudanças inernas ao público."

"Mas o que eu sempre digo é que é uma jornada. Começamos mal ano passado, mas no meio do ano diminuímos a diferença. Porém só dá para alcançar um certo ponto durante a temporada. estamos olhando para a frente, já sabemos que carro teremos - ao menos baseado em números e em nossa aerodinâmica. Mas nunca é uma certeza na pista da F1, então vamos esperar e ver o que acontece em fevereiro, nos testes."

"Mas precisamos progredir. E acredito que iremos, mas não podemos definir em que nível ainda, porque não sabemos o que nossos rivais estão fazendo", finalizou a dirigente.

As declarações de Claire vêm um dia após Rob Smedley, ex-diretor de engenharia da Williams, dizer que a situação da equipe "pode ser ainda pior" para 2020.


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