Carlos Bolsonaro contesta possível apreensão de celular: “Que crime teria cometido?”

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Carlos Bolsonaro questionou nas redes sociais a rapidez do inquérito que apura participação dele e do pai no envolvimento da Polícia Federal (Foto: Evaristo Sá/AFP via Getty Images)
Carlos Bolsonaro questionou nas redes sociais a rapidez do inquérito que apura participação dele e do pai no envolvimento da Polícia Federal (Foto: Evaristo Sá/AFP via Getty Images)

Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, reagiu ao pedido enviado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à Procuradoria Geral da República com notícias crime para a apreensão dos celulares do presidente e de Carlos.

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“Meu celular? Enquanto isso os do ex-piçóu Adélio protegidos há mais de um ano, processos contra Botafogo, Calheiros e outros sentados em cima há anos. Que crime teria cometido para tamanha velocidade e abuso? Nenhum. A narrativa do sistema continua em pleno vapor!”, escreveu em uma rede sociais.

O pedido do ministro Celso de Mello foi feito com base no depoimento do ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Se forem apreendidos, os aparelhos devem passar por perícia.

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Os despachos foram feitos na quinta-feira. Neles, Celso de Mello afirmou que é “imprescindível a apuração dos fatos delatados, quaisquer que possam ser as pessoas alegadamente envolvidas, ainda que se trate de alguém investido de autoridade na hierarquia da República”.

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