Capitão de Luxa, Felipe Melo diz: 'Negócio de Paulistinha não existe'

Felipe Melo durante o primeiro tempo da partida entre Palmeiras e Atlético Nacional (Foto: Cesar Greco)
Felipe Melo durante o primeiro tempo da partida entre Palmeiras e Atlético Nacional (Foto: Cesar Greco)

Felipe Melo mudou de posição com Vanderlei Luxemburgo e assumiu a faixa de capitão do Palmeiras. Recuado para a zaga, o camisa 30 gostou da atuação do time na estreia da Florida Cup, contra o Atlético Nacional (COL), e já avisou que o Verdão não colocará o Campeonato Paulista em segundo plano.

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- A cobrança começa internamente. Depois passa para o externo. A gente sabe que todos querem ganhar do Palmeiras. Nos preparamos para isso, hoje (quarta) tivemos treino de manhã. O foco já é pensar no Ituano, porque este negócio de Paulistinha não existe - afirmou Felipe.

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Após terminar como vice-campeão estadual em 2018, o presidente Maurício Galiotte se revoltou por considerar que houve influência externa na decisão contra o Corinthians. Em sua entrevista, chamou o torneio de "Paulistinha" e rompeu relações com a Federação Paulista. As partes só começaram a se reaproximar recentemente.

Em busca do título paulista que o Palmeiras não vence desde 2008, quando era o técnico, Luxemburgo avisou depois do jogo dessa quarta que Felipe vai ficar com a faixa de capitão no lugar de Bruno Henrique. O camisa 30 "já se sentia capitão" por seu papel de líder no vestiário.

- O Bruno Henrique não perdeu a liderança, só perdeu a tarjeta. A liderança ele continua. Trabalhei com um time que tinha diversos jogadores que eram craques e o capitão era o Cesar Sampaio, mas a maior liderança que eu tinha era o Cléber. O Bruno é uma liderança boa, normal ter duas, três ou quatro lideranças no grupo. Capitão tem de ser exemplo para a garotada que está chegando agora aqui. (O Felipe) Vai deixar de fazer algumas coisas que são desnecessárias que traz desconforto para ele e para a equipe - pontuou Luxa.

O técnico gostou da atuação de Felipe Melo na zaga, enquanto o jogador evitou se aprofundar sobre o assunto depois da partida.

- O professor já falou o que muda. No meio-campo você combate a todo momento. Ele mesmo disse que não é que eu não possa jogar no meio-campo, mas ele vê um momento importante atrás. Jogador de futebol precisa estar adaptado para jogar em qualquer função, fui até goleiro e peguei pênalti. Não importa a idade, preciso sempre aprender. E agora é mais um aprendizado - explicou.

- A gente chama o Luxemburgo de professor porque ele nos ensina. Estou na mão de um dos melhores treinadores sem dúvida da história do futebol. A tendência é melhorar - encerrou.

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