Cícero Souza decide continuar como gerente de futebol do Palmeiras

Thiago Ferri e William Correia
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Cícero Souza pediu tempo para refletir, mas avisou Palmeiras que continua gerente (Agência Palmeiras/Divulgação)
Cícero Souza pediu tempo para refletir, mas avisou Palmeiras que continua gerente (Agência Palmeiras/Divulgação)


Em meio à reformulação que tem feito no departamento de futebol, o Palmeiras não precisará procurar um novo gerente. Após pedir um tempo para refletir, Cícero Souza informou ao clube que aceita o convite para continuar no cargo, mesmo depois das demissões do diretor Alexandre Mattos e do técnico Mano Menezes, ocorridas no domingo.

O pedido para permanência do dirigente partiu de conversa com o presidente Mauricio Galiotte, nos vestiários do Allianz Parque, depois da derrota por 3 a 1 para o Flamengo. Apesar de ter colocado sua situação como momentaneamente indefinida, Cícero seguiu trabalhando na Academia de Futebol desde então.

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Diferentemente de Mano e Mattos, que tinham tempo de contrato estabelecido, Cícero tem contrato nas leis da CLT. Por isso, continua trabalhando no clube sem precisar da definição de uma novo vínculo.

O gerente está no clube desde 2015, chegando junto com Mattos. Não é considerado, porém, um nome para a frente no futebol, por ter como melhor qualidade a participação nos processos internos. O novo executivo precisará trabalhar na parte estratégica e de mercado, agora aliado à estrutura do clube.

O novo formato de gestão ainda está definido; a única certeza é de que o diretor de futebol não será tão poderoso. Paulo Pelaipe, gerente do Flamengo, é um dos nomes sugeridos internamente, mas não houve um contato oficial do Palmeiras até o momento. Outras opções estão em pauta, também.

Ao mesmo tempo em que busca um diretor, o Palmeiras avalia o mercado de treinadores. Outra decisão é de que o novo comandante precisa ter um estilo de jogo mais ofensivo e agradável de se assistir. Luiz Felipe Scolari e Mano Menezes, os últimos dois técnicos, são considerados mais pragmáticos. Por isso, Jorge Sampaoli, hoje no Santos, tornou-se a primeira opção para o cargo.







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