Cássio valoriza o elenco do Corinthians e fala sobre diferenças entre Fernando Lázaro e Vítor Pereira

O jogador foi eleito o melhor em campo contra a Inter de Limeira (Foto: Alexandre Battibugli/Ag. Paulistão)


Capitão do Corinthians e um dos maiores nomes da história do clube, o goleiro Cássio chega em 2023 à sua 11ª temporada com a camisa alvinegra. E neste ano, o ídolo já está com o desafio de colocar ‘panos quentes’ na situação desconfortável que ficou a saída do ex-treinador Vítor Pereira e as comparações com Fernando Lázaro, escolhido para ocupar o lugar.

Após os primeiros jogos do Timão nesta temporada, alguns atletas escancararam que o ambiente corintiano melhorou com a saída de VP e a chegada de Lázaro. Para Cássio, a principal mudança com a troca foi o nível de cobrança.

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- Lógico que a gente se conhece há mais tempo, mas não quer dizer que não haja trabalho. É diferente do Vítor. Cobra mais ainda. Quando você tem mais intimidade, a cobrança é maior. Quer que você evolua - disse o goleiro em entrevista coletiva após o empate sem gols do Coringão com a Inter de Limeira, no último sábado (21)

O novo responsável por comandar o Corinthians está no clube desde o fim da da década de 90, passando por várias funções, principalmente a análise de desempenho. Ele também foi auxiliar de alguns técnicos no Timão, o que gerou uma natural proximidade com os atletas que formam o grupo alvinegro.

Para Cássio, não há polêmica nas comparações feitas com o ambiente corintiano sobre o antigo e o novo treinador. O Gigante, inclusive, valorizou o elenco que, segundo ele, corresponderia independentemente de quem estivesse comandando.

- Tomar cuidado quando somos honestos para não criar polêmica. Esse grupo é excepcional independente do técnico. Temos que focar no que o Lázaro quer. O Corinthians é maior que tudo. Não interessa se Vítor foi para outro clube. Estamos lutando, nos dedicando - destacou Cássio.

Pereira deixou o Corinthians no fim do ano passado, depois do fim do Campeonato Brasilero, alegando que gostaria de ficar no clube, mas que voltaria para Portugal para resolver problemas referentes à saúde da sogra. Dias depois, o português firmou acordo com o Flamengo, clube que está dirigindo. A situação é considerada como traição dentro do Parque São Jorge.