Chivas vence Toronto nos pênaltis e conquista a Concachampions

EFE

Guadalajara (México), 25 abr (EFE).- Campeão da primeira edição da Liga dos Campeões da Concacaf, em 1962, o Chivas Guadalajara conquistou na noite de quarta-feira seu segundo título continental, ao derrotar o Toronto FC nos pênaltis por 4 a 2, após ser derrotado no tempo regulamentar pelo placar de 2 a 1, no estádio Akron (antigo Omnilife), em Guadalajara (México).

Com o título da 'Concachampions', o México manteve a hegemonia da competição, já que desde 2006 o país fica com a taça. Além disso, o Chivas já carimbou seu passaporte para o Mundial de Clubes deste ano.

Por ter vencido na semana passada no Canadá por 2 a 1, a equipe mexicana poderia até ser derrotada por 1 a 0 que ficaria com o bicampeonato continental. E empurrado pela torcida, o Chivas começou no ataque e logo abriu o placar, ficando ainda mais perto da conquista.

Aos 19 minutos do primeiro tempo, o meia Orbelín Pineda recebeu entre os zagueiros do time canadense e chutou na saída do goleiro Alex Bono, fazendo 1 a 0.

No entanto, o Toronto não se intimidou com o placar adverso e equilibrou a partida, conseguindo empatar aos 25. Após cobrança de escanteio pelo lado esquerdo, a defesa mexicana não conseguiu afastar a bola que sobrou para Jozy Altidore, que fez 1 a 1.

A virada canadense ocorreu no final do primeiro tempo, aos 44. Após receber a bola pela esquerda, o italiano Sebastian Giovinco, ex-jogador da Juventus, fez jogada individual e chutou no canto direito do goleiro Rodolfo Cota, colocando o Toronto em vantagem.

Na etapa final, o cansaço atrapalhou as duas equipes que perderam diversas oportunidades, mas o Toronto teve a bola do título já nos acréscimos, aos 46, quando Giovinco cruzou da esquerda para Marky Delgado, que chutou por cima do gol.

Nas cobranças de pênaltis, Oswaldo Alanís, Jesús Godínez, Alan Pulido e Ángel Zaldívar marcaram para o Chivas, com Giovinco e Marky Delgado convertendo para o Toronto. Jonathan Osorio e o capitão Michael Bradley perderam suas cobranças. EFE


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