Brigadeiros criticam decreto de Bolsonaro que permite aviões para o Exército

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desagradou integrantes da FAB (Força Aérea Brasileira) ao assinar com o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, o decreto 10.386, que permite ao Exército voltar a ter aviões.

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Brigadeiros ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo criticaram a medida tomada em um período de crise econômica, com verbas escassas para a Defesa, e alegaram que a operação conjunta das duas Forças poderá ser prejudicada.

Pelo decreto, o Exército poderá ter, após 79 anos, o direito de voltar a ter aeronaves de asa fixa. O texto anterior permitia apenas a operação de helicópteros.

“O problema não é o Exército ter sua aviação, mas o momento da decisão, que não é oportuno”, afirmou o tenente-brigadeiro-do-ar Sérgio Xavier Ferolla, ex-presidente do STM (Superior Tribunal Militar).

Um coronel da FAB, que pediu anonimato, reclamou dos termos abrangentes do decreto presidencial, que permitiram no futuro o Exército ter qualquer tipo de aeronave.

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