Brasileira do UFC é retirada de luta por Covid-19: "sintomas pesados"

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LAS VEGAS, NV - APRIL 30: Poliana Botelho poses on the scale during the UFC Fight Night: Reyes v Prochazka Weigh-in at UFC Apex on April 30, 2021, in Las Vegas, Nevada. (Photo by Diego Ribas/PxImages/Icon Sportswire via Getty Images)
Poliana Botelho enfrentaria lutadora sul-coreana no próximo final de semana, mas foi cortada por ter sido afetada pelos sintomas da doença. Foto: (Diego Ribas/PxImages/Icon Sportswire via Getty Images)

A lutadora brasileira do UFC, Poliana Botelho, que enfrentaria a lutadora sul-coreana Ji Yeon Kim, teve de ser cortada do evento que está marcado para o dia 22 de janeiro por ter sido afetada por sintomas pesados, segundo Poliana, após ter contraído a Covid-19, o que impossibilitou a sua preparação para o combate.

Em transmissão ao vivo realizada em seu perfil do Instagram, Poliana relatou que passou mal em sua casa e não pôde treinar ou realizar a dieta necessária para estar pronta para a luta do próximo sábado: "Tive diarreia, dor de cabeça muita, secreção nasal, febre, perna bamba, tosse, acho que todos os sintomas tive nessa Covid-19. Meu corpo ficou muito debilitado. Fiquei em casa para tentar recuperar o mais rápido possível, mas nesse meio tempo tinha que fazer dieta, perder peso, já estava mais ou menos como queria viajar, mas estava faltando mais ou menos para a última semana 7kg para perder. Mas com a Covid-19 tinha que baixar a alimentação para perder peso e ainda recuperar o corpo".

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Ainda na live, a lutadora citou, também, que segue debilitada mesmo após o desaparecimento dos sintomas: "Acabei meus sintomas, mas ainda me sinto meio fraca. Fiz hoje uma caminhada e quando voltei senti minhas pernas meio fracas. Perdi muita musculatura, fiquei parada muito tempo. Vou ficar essa semana sem treinar, e semana que vem vou fazer uma bateria de exames para ver como e quando vou voltar".

Vacinada com duas doses da vacina contra o Coronavírus, Poliana fez um alerta sobre a doença: "Não ache que o Covid é brincadeira. Tomem cuidado, vejam a melhor maneira de se cuidar para não pegar. Muitas pessoas pegam de forma que não sentem, ou alguns sentem pouco, mas sou atleta desde criança, não gosto de beber, não fumo, me alimento super bem e peguei e fiquei mal. Então, a gente não sabe de fato como o vírus reage em cada pessoa. Isso não é uma coisa para brincar: 'ai, não pego', 'ai, sou forte', não, está pegando em todo mundo".

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