Brasil sofre para vencer Chile e enfrenta Peru, contra quem gosta de marcar

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RIO DE JANEIRO, RJ, 02.07.2021 – COPA-AMÉRICA: Lucas Paquetá, do Brasil, comemora seu gol com Neymar e Richarlison - Partida entre Brasil e Chile, válida pelas quartas de final da Copa América, realizada no estádio Engenhão, Rio de Janeiro, na noite desta sexta-feira. (Foto: Alexandre Neto/Photo Press/Folhapress)
RIO DE JANEIRO, RJ, 02.07.2021 – COPA-AMÉRICA: Lucas Paquetá, do Brasil, comemora seu gol com Neymar e Richarlison - Partida entre Brasil e Chile, válida pelas quartas de final da Copa América, realizada no estádio Engenhão, Rio de Janeiro, na noite desta sexta-feira. (Foto: Alexandre Neto/Photo Press/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A seleção brasileira sofreu nesta sexta-feira (2) para marcar um gol e garantir a classificação para a semifinal da Copa América na vitória por 1 a 0 sobre o Chile. O próximo adversário é o Peru, contra quem tem encontrado mais facilidade para ampliar o placar.

O destino da classificação foi definido nos três minutos iniciais do segundo tempo. Nesse intervalo, o meia Lucas Paquetá marcou o gol da classificação e o atacante Gabriel Jesus foi expulso, o que deixou o time recuado no restante da partida sofrendo com os ataques chilenos.

Na próxima segunda-feira (5), a seleção joga a semifinal contra o Peru, equipe que tem sido mais vazada pela seleção de Tite nos últimos confrontos. O Brasil goleou o próximo adversário por 4 a 0 na primeira fase da competição, tendo superado também por 5 a 0 e 4 a 2 nas partidas anteriores.

O time peruano, porém, foi o que impôs uma das quatro derrotas que Tite sofreu no comando da equipe nacional --1 a 0 em amistoso em 2019.

O Peru também foi o responsável pela demissão de Dunga, antecessor de Tite no cargo. Ele deixou o posto após perder por 1 a 0 para a seleção alvi-rubra e ser eliminado na primeira fase da Copa América de 2016. Dificilmente uma derrota resultará na mesma atitudade da diretoria da CBF.

A quarta-de-final contra o Chile serviu para novos testes de Tite na busca por companhia a Neymar na criação das jogadas. O treinador já manifestou entender que o atacante precisa de um meia para auxiliá-lo, mas Everton Ribeiro e Lucas Paquetá não aproveitaram suas chances como titular na função.

Tite iniciou a partida desta vez com Firmino como companhia no ataque, com Gabriel Jesus e Richarlison nas pontas, sem nenhum meia.

Firminou revezou com o atacante do PSG o recuo ao meio para iniciar as jogadas de ataque, o que deu mais movimentação aos avanços da seleção. A primeira etapa, porém, foi marcada por um jogo arrastado sem grandes chances de gol.

Neymar foi quem originou os lances mais perigosos para o Brasil. Num deles, um cruzamento para o próprio Firmino, que não conseguiu completar para gol. Ele também deixou Gabriel Jesus em boa posição para finalizar, com defesa do goleiro chileno Bravo.

O Chile não ofereceu riscos, embora tenha tido boa posse de bola na primeira etapa.

Tite trocou Firminou pelo meia Lucas Paquetá no intervalo. Ele começou ocupando a faixa central do ataque, por onde, em tabela com Neymar, chegou à área chilena para marcar o gol no primeiro minuto do segundo tempo.

A nova formação parecia que renderia frutos, mas teve pouco tempo em ação.

Dois minutos depois do gol, Gabriel Jesus deu uma voadora no lateral Mena numa disputa de bola e foi expulso. Paquetá então foi deslocado para a ponta direita,

O Chile teve um gol anulado pelo VAR, colocou uma bola na trave e obrigou o goleiro brasileiro Ederson a fazer boas defesas.

Com um a menos, o Brasil só mantinha a bola com as conduções de Neymar ao ataque, muitas vezes isoladas.

BRASIL

Ederson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva, Renan Lodi (Éder Militão, aos 45/2ºT); Fred, Casemiro; Gabriel Jesus, Neymar, Roberto Firmino (Lucas Paquetá, no intervalo), Richarlison (Éverton Cebolinha, aos 45/2ºT). T.: Tite

CHILE

Bravo; Isla, Gary Medel, Sebastián Vegas (Palacios, aos 18/2ºT), Sierralta, Mena; Erick Pulgar (Meneses, aos 30/2ºT), Aránguiz (Valencia, aos 43/2ºT), Arturo Vidal; Eduardo Vargas, Alexis Sánchez (Ben Brereton, no intervalo). T.: Martin Lasarte

Estádio: Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

Juiz: Patrício Loustau (Argentina)

Cartões amarelos: Ederson (Brasil); Sierralta, Palacios, Arturo Vidal (Chile)

Cartões vermelhos: Gabriel Jesus (Brasil)

GOL: Lucas Paquetá, a 1/2ºT (1-0)

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