Brasil ganha 2 ouros e 3 bronzes no melhor dia olímpico e chega perto do recorde da Rio-2016

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***ARQUIVO***RIO DE JANEIRO, RJ, 25.06.2021 - Retrato das velejadoras Kahena Kunze e Martine Grael, dupla bicampeã olímpica nos Jogos Olímpicos de Tóquio. (Foto: Ricardo Borges/Folhapress)
***ARQUIVO***RIO DE JANEIRO, RJ, 25.06.2021 - Retrato das velejadoras Kahena Kunze e Martine Grael, dupla bicampeã olímpica nos Jogos Olímpicos de Tóquio. (Foto: Ricardo Borges/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A bordo do tsuru, barco batizado com o nome de uma ave que no Japão simboliza a boa sorte, a fortuna e a longevidade, Martine Grael e Kahena Kunze levaram o ouro na vela e ajudaram o Brasil a ter seu melhor dia olímpico até aqui. Horas depois, Ana Marcela Cunha chegou em primeiro na maratona aquática.

É penta: a delegação brasileira ganhou cinco medalhas ao longo desta terça (3), no horário de Brasília. Ao duplo triunfo nas águas se somaram os bronzes de Thiago Braz no salto com vara, Alison dos Santos nos 400m com barreiras e Abner Teixeira no boxe.

Nas Olimpíadas jogadas em casa, a Rio-2016, as 19 medalhas do Brasil garantiram o recorde nacional de pódios em Jogos. Cinco anos e uma pandemia depois, as bicampeãs Grael e Kunze e a nadadora Cunha descolaram o terceiro e o quarto ouro e a 15ª condecoração brasileira a cinco dias do fim de Tóquio-2020.

Outras três, contudo, já estão no papo. O boxeador Hebert Conceição já avisou que sua meta é “mudar a cor” da medalha. Após vencer o rival cazaque no domingo (1º), ao menos o bronze já leva para a casa.

A colega de luvas Beatriz Ferreira também já sabe que subirá ao pódio desde que venceu, nesta terça, a pugilista do Uzbequistão. Agora é favorita para o topo.

À seleção masculina de futebol é uma ou outra, prata ou ouro. Com a vitória sobre o México nos pênaltis, está na final.

Quando ganhou seu bronze, Abner Teixeira disse ao SporTV o que achava sobre a conquista. “Isso vai ficar chato de dizer na televisão, mas tô puto, né? Ninguém gosta de perder, especialmente eu, odeio perder.”

Isso porque conseguiu sua medalha. O “tão perto, tão longe” doeu mais nas duplas Isaquias Queiroz e Jacky Goldman, quarto lugar na canoagem, e Ana Patrícia e Rebecca, eliminadas nas quartas de final do vôlei de praia.

Na ginástica artística, Flávia Saraiva bambeou na final e por pouco não caiu do aparelho. A atleta, que havia torcido o tornozelo no começo das Olimpíadas, terminou em sétimo lugar. O Brasil foi bem na modalidade, com o ouro e a prata de Rebeca Andrade. Nesta terça, bateu na trave.

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