Bom treino em Itaquera: Brasil 5 x 0 Bolívia

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Ele não fez - não precisou. FOTO Amanda Perobelli - Pool/Getty Images

Com 3 minutos, se já estivesse 2 a 0 não seria absurdo pelo que o Brasil começou produzindo na Neo Química Arena. No final do jogo, com Neymar triste por não marcar ao menos um gol no time Z boliviano, e quase tendo marcado um belo gol de falta, a Seleção criou 15 chances e marcou cinco gols.

Normal. Natural. Esperado. E mais não se pode cobrar, e nem celebrar.

Mas tem algumas coisas interessantes no Brasil de Tite: Renan Lodi (o melhor em campo) como um ponta-esquerda na prática (8 das 15 chances criadas pelo setor dele), com o ótimo Douglas Luiz na contenção e criação. Danilo como lateral construtor por dentro (e dando o passe para o primeiro gol de Marquinhos). Casemiro protegendo bem os dois de trás e saindo corretamente para o jogo em que se esperava mais de Coutinho (apesar do quinto gol de cabeça), e também mais de Everton Cebolinha (embora ele funcione pouco pela direita, como se viu de novo).

Firmino mais enfiado pode dar mais gols e mais jogo. Mas o adversário era fragilíssimo. Não vale como referência.

E talvez por isso se possa cobrar mais de Neymar, que sofreu poucas faltas, e desta vez pouco participou dos lances ofensivos.

Mas muito mais não tem como falar.

A não ser que o time quase todo possa ser repetido contra o Peru. Embora eu ainda pensaria muito em Everton Ribeiro começando o jogo em Lima. Pelo que tem jogado. E pelo que não jogaram Everton e Rodrygo.

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