Brasil, Argentina e Colômbia estão interessados em sediar Copa do Mundo feminina de 2023

AFP
Após as desistências da Bélgica e Bolívia, oito países, entre eles Brasil, Argentina e Colômbia, confirmaram interesse em sediar a Copa do Mundo de futebol feminino de 2023, que terá 32 seleções
Após as desistências da Bélgica e Bolívia, oito países, entre eles Brasil, Argentina e Colômbia, confirmaram interesse em sediar a Copa do Mundo de futebol feminino de 2023, que terá 32 seleções

Após as desistências da Bélgica e Bolívia, oito países, entre eles Brasil, Argentina e Colômbia, confirmaram interesse em sediar a Copa do Mundo de futebol feminino de 2023, que terá 32 seleções, anunciou nesta terça-feira a Fifa.

Em julho, a Fifa anunciou que, devido ao grande sucesso da Copa do Mundo da França-2019 e para "favorecer o crescimento do futebol feminino", seu conselho decidiu ampliar o formato do Mundial de 2023 de 24 para 32 equipes.

Em agosto, a Fifa informou que dez países haviam sinalizado interesse em organizar o evento. Mas, após as retiradas das candidaturas de Bélgica e Bolívia, restam oito países na briga: África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Colômbia, Japão, Nova Zelândia e Coreia do Sul (possivelmente em conjunto com a Coreia do Norte).

As federações interessadas tinham até 2 de setembro para confirmar as candidaturas. Agora, têm até 13 de dezembro para enviar um dossiê de apresentação dos projetos. O país-sede será escolhido em maio do ano que vem.

Vencida pela seleção dos Estados Unidos, a Copa do Mundo da França-2019 teve grande sucesso a nível global.

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