Botafogo celebra 87 anos de Mané e mais uma derrota de manés

Mauro Beting
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Ele e ele - Getty Images
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Ω

184 Words

Ontem o Botafogo perdeu na Arena Nilton Santos para o Cuiabá da Série B com um time inteiro de desfalques - o Cuiabá que é bem organizado dentro e fora de campo.

Hoje a estrela mais brilhante do Botafogo completaria 87 anos não tivesse morrido doente e quase esquecido em 1983.

Perdão pela crueldade, rudeza e até insensibilidade com o clube que mais me sensibiliza no futebol fluminense - tenho até texto no livro oficial do centenário de General Severiano. Perdão à enorme família de Garricha, outro gênio que escreveu a mais linda história por pernas tortas.

Mas o aniversário de Mané mais uma vez é conspurcado por manés anônimos. Ou RGs e CPFs bem conhecidos que levaram o clube a um ponto em que só é brilhante história.

Ou um futuro que prefiro não tentar prever.

Ou mesmo fazer algo que pouco parece ter sido feito: pensar.

Penar já é da origem. Pode até ser do gosto. Mas que dá desgosto a tantos que ainda mantem essa estrela que sobrevive brilhando por essência.

Mas que como todas elas pode envelhecer, perder cor e brilho, e...

Sem reticências. Bastam as resistências.