Borusia Dortmund afirma que não cederá ao terrorismo

(11 abr) O diretor geral do clube, Hans-Joachim Watzke, no estádio de Dortmund

O Borussia Dortmund, que retornou aos treinos nesta quarta-feira, um dia depois de um ataque com explosivos contra o ônibus da equipe no momento em que os jogadores seguiam para a partida contra o Monaco, não cederá ao "terrorismo", afirmou o diretor geral do clube, Hans-Joachim Watzke.

"Acabo de falar com a equipe no vestiário, quero mostrar à sociedade que não cederemos ao terrorismo", destacou, na conta oficial do Borussia Dortmund (BVB) no Twitter.

"A família do BVB sempre foi particularmente forte para superar situações difíceis. Talvez seja a situação mais difícil das últimas décadas", completou Watzke.

O clube será "forte e unido", destacou.

O time, que nesta quarta-feira enfrenta o Monaco pelas quartas de final da Liga dos Campeões, entrará em campo com os pensamentos voltados para o zagueiro espanhol Marc Bartra, ferido no ataque ao ônibus.

O jogador foi operado nesta quarta-feira com sucesso, de acordo com o clube. O espanhol fraturou a mão direita e precisou retirar os estilhaços que cortaram o seu pulso.

Na terça-feira por volta das 17h15 GMT (14H15 de Brasília) três explosivos foram detonados na passagem do ônibus do time que seguia para o estádio de Dortmund para o jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões contra o Monaco.

A Uefa, em acordo com os clubes, transferiu a partida Borussia-Monaco para esta quarta-feira.