Bony Monteiro analisa mercado de lutas em 2020 e projeta ano marcante para o seguimento: “não vemos a hora”

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O atípico ano de 2020 está chegando ao fim. A pandemia do novo coronavírus virou o mundo de cabeça para baixo, mas a aprovação de algumas vacinas está renovando as esperanças da população para 2021. O empresário Bony Monteiro, fundador da empresa de açaí que leva o seu nome e que sempre teve uma atuação de destaque no mundo das lutas, está ansioso para o novo ano e projeta um retorno marcante ao mercado. Ele garante que a sua empresa teve um bom desempenho este ano apesar da pandemia, mas espera um 2021 ainda melhor com a chegada das vacinas para a Covid-19.

“Até meados de julho sofremos bastante por conta de várias cidades estarem em lockdown. Mas, após isso houve a flexibilização e o açaí se recuperou com força total. Inclusive o preço do fruto, devido a alta procura, bateu recorde, e o caboco ribeirinho teve um ano muito bom, pois pode vender seu fruto a um preço nunca antes visto na safra. Estamos apreensivos ainda para 2021, porém esperançosas com a chegada das vacinas. Por isso, não vemos a hora de voltar a atuar de forma marcante no mundo da luta”, disse Bony Monteiro.

Falando em mercado de lutas, o UFC foi a primeira liga esportiva a retomar as suas atividades com segurança durante a pandemia. O dono da Bony Açaí elogiou a companhia americana, com quem teve longa parceria - quem não lembra do onipresente boné roxo na cabeça dos lutadores? - e disse que espera ver o público de volta as arenas em 2021.

“Sem dúvida 2020 foi um ano muito estranho, que pegou todo mundo de surpresa com a pandemia, Mas, apesar disso, Dana White mais uma vez saiu na frente e voltou com o UFC mesmo sem plateia. Mas o público é parte importantíssima do show. Ver os combates de grandes lutadores é muito bom, porém, com aquela plateia gingantesca é muito melhor. O público, na minha opinião, não é um mero coadjuvante. A torcida faz parte do show de forma positiva e decisiva”, concluiu.