Bolsonaro deve vetar auxílio emergencial de R$ 600 para manicures e barbeiros

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Bolsonaro deve vetar lei aprovada pelo Congresso que amplia beneficiários do auxílio emergencial durante a pandemia (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Bolsonaro deve vetar lei aprovada pelo Congresso que amplia beneficiários do auxílio emergencial durante a pandemia (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

O presidente Jair Bolsonaro deve vetar o auxílio emergencial de R$ 600 para manicures e pedicures, barbeiros, esteticistas, depiladores, maquiadores e demais profissionais da beleza. 

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As categorias seriam beneficiadas com a aprovação pelo Congresso de projeto de lei de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que ampliou a relação de quem poderia receber a ajuda do governo.

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O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni já avisou que o presidente vai vetar parcialmente a lei aprovada. O ministro alega que essas categorias já estão contempladas na primeira lei sancionada por Bolsonaro, no dia 2 de abril. Segundo ele, apenas dois grupos do projeto do Congresso serão sancionados por Bolsonaro: o de mães menores de idade e o de pais monoparentais. 

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Por outro lado, o presidente incluiu os profissionais da beleza no decreto publicado na segunda (11) em que ampliou a lista de serviços essenciais, dizendo que salões de beleza e barbearias poderiam voltar a funcionar.

“Se esses grupos já estivessem recebendo, para que precisariam trabalhar e se expor a contrair o vírus? E, se não estão recebendo, em vez de Bolsonaro mandá-los trabalhar, por que não sancionar a ajuda?”, questiona Randolfe.

DECRETO

Governadores estaduais, a quem cabe a decisão sobre as medidas de isolamento, segundo o Supremo Tribunal Federal, já anunciaram que não vão seguir a orientação do presidente.

Os governadores João Doria (SP), Wilson Witzel (RJ), Flavio Dino (MA), Camilo Santana (CE), Helder Barbalho (PA), entre outros, já declararam abertamente que não acatarão o decreto editado por Bolsonaro.

O presidente rebateu as manifestações e afirmou que os governadores devem questionar o decreto via Justiça ou Legislativo.


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