Bolsa Atleta não beneficiou a vice-campeã olímpica Rayssa Leal com os R$ 3,2 milhões que investiu no skate

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Esta foi a estreia do skate como esporte olímpico nos Jogos de Tóquio em 2020, por isso a modalidade recebeu do governo brasileiro um incentivo de 3,2 milhões de reais na jornada que trouxe para o Brasil duas medalhas. Porém Rayssa Leal, vice-campeã do street nesta segunda-feira (26), não pôde receber esse benefício.

Os recursos federais beneficiaram 65 skatistas através do programa Bolsa Atleta. Os atletas olímpicos também receberam o direito de inscrição para o Bolsa Pódio, com o maior valor dentro da iniciativa. Infelizmente a Fadinha do Skate, que tem apenas 13 anos, não alcançou a idade mínima de 14 anos para receber o valor.

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Já seu colega de delegação Kelvin Hoefler, que também ficou em 2º lugar no skate street masculino nesta edição dos Jogos, foi aprovado para receber o valor completo da Bolsa Pódio. Sendo o primeiro do skate a conquistar uma medalha nestes Jogos Olímpicos.

Mesmo Letícia Bufoni e Pamela Rosa, que nem conseguiram chegar a final do street recebem pelo Bolsa Atleta. Dez dos 12 brasileiros da delegação de skate em Tóquio também recebem o auxílio, sendo 9 na categoria Pódio. Giovanni Vianna, do street e Pedro Quintas, do park se juntam a Rayssa, já que não são beneficiados pelo programa.

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