Candidata a ouro, Beatriz Ferreira busca sonho olímpico: “Ser vista como favorita me dá ainda mais confiança”

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·3 minuto de leitura
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
SAO PAULO, BRAZIL - MAY 12:   (EDITORS NOTE: THIS IMAGE WAS CREATED USING A SLOW SHUTTER SPEED) Brazilian boxer Beatriz
Beatriz Ferreira é uma das principais esperanças de medalha do Brasil em Tóquio (Buda Mendes/Getty Images)

Por Paulo Jacoud

Não é segredo para ninguém que Beatriz Ferreira é uma das favoritas a trazer uma medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Com mais de 30 pódios desde 2017, a brasileira é o grande nome da categoria até 60kg do boxe e sabe disso. “O objetivo durante todo o ciclo foi a Olimpíada e a medalha. Ser vista como favorita me dá ainda mais confiança”.

Beatriz Ferreira é um dos maiores nomes do boxe olímpico mundial atualmente. Desde fevereiro de 2017, quando passou a integrar a seleção brasileira permanente da modalidade e representar o país pelo mundo, Bia, como é conhecida, só deixou de subir ao pódio em uma competição em que foi ao ringue.

Leia também:

“Desde de 2017 a minha meta foi a Olimpíada. Sabia que era uma construção e fiz isso. Eu não deixo esse “título” de favorita mexer comigo. É bom saber que mais pessoas confiam no meu trabalho. Saber que não luto sozinha me ajuda a ter ainda mais confiança”.

“Quero que chegue o meu momento”

Em 2016, Beatriz Ferreira esteve nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Após convite do COB (Comitê Olímpico do Brasil), a boxeadora participou do programa “Vivência Olímpica”, em que alguns esportistas entre 15 e 24 anos, apontados com um grande potencial, para terem a chance de conhecer os ambientes que fazem uma Olimpíada, como os locais de competição.

“O maior evento de um atleta olímpico é a Olimpíada. Eu participei do Vivência Olímpica em 2016 e consegui compreender o quanto tudo é mágico, sendo só uma convidada. Fico imaginando como será em Tóquio. Vai ser ainda mais mágico, mais especial. Quero que chegue o meu momento nos Jogos Olímpicos”.

A melhor do mundo estará em Tóquio

Como disse Beatriz Ferreira, o favoritismo que ela carrega foi construído durante todo o ciclo para Tóquio, mas existiu um ponto de virada. Em 2018, a boxeadora chegou para a disputa do Mundial de boxe como uma das favoritas e não conseguiu. Derrotada na segunda luta, a brasileira acabou não conseguindo provar no ringue o que se esperava dela e passou por um período difícil, segundo ela próxima.

Porém, a mudança aconteceu no ano seguinte. Depois de ter conquistado o primeiro ouro do boxe feminino em Jogos Pan-Americanos, com o título em Lima, Beatriz Ferreira teve um desafio novamente. Mais um Mundial, mais uma vez sendo vista como uma das favoritas. Contudo, no torneio disputado na Rússia, a brasileira fez história mais uma vez.

Ao vencer a chinesa Cong Wang, Beatriz Ferreira conquistou seu primeiro ouro em um Mundial de boxe adulto e foi a primeira do país a ser eleita como a melhor lutadora de todo o torneio. Atualmente, mesmo com a pandemia do coronavírus, Beatriz Ferreira segue como a melhor do mundo de sua categoria, de acordo com a última atualização da Federação Internacional de Boxe.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos