Banco contra o Ceará, relação com Ceni, respaldo ao grupo: Gabigol abre o jogo em entrevista coletiva

Fabio Utz
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No último domingo, quando o Flamengo foi derrotado pelo Ceará por 2 a 0, no Maracanã, Gabigol ficou no banco de reservas por opção do técnico Rogério Ceni. Nesta sexta, depois de muito tempo, o atacante voltou a conceder uma entrevista no Ninho do Urubu e desmentiu eventuais descontentamento ou desconforto.

É uma loucura muito grande que está sendo criada. Acho que do grupo que foi campeão não estão dois, três... Então não tem porque ter panela. Isso não existe e é realmente muito engraçado.Gabigol, atacante do Flamengo

O atleta admitiu que não gostou (e não gosta) de estar sentado à beira do gramado. No entanto, segundo ele, isso não é motivo para alarde. "Eu sou muito espontâneo e de coração, tanto para o bom quanto para o ruim. Eu estava no banco e não gosto. Quero sempre ajudar. Mas respeito meus companheiros e quem entrou. Muita gente falou muita besteira, principalmente de eu não estar com a camisa de jogo. Mas contra o Fortaleza eu também não estava, entrei e fiz o gol. Quando falam essas coisas ganham ibope, então é normal repararem em tudo. Se estivesse sorrindo estava feliz no banco, se estivesse triste, estava incomodado. Não gosto de falar muito sobre isso, mas já que perguntaram, está aí a resposta", afirmou.

A gente tem sempre pessoas que dão respaldo para a gente, como (Rodolfo) Landim, Marcos Braz, (Bruno) Spindel e o nosso treinador. Não sinto que falta isso (comando). Eu sinto que faltam os resultados. Quando a gente ganha é tudo maravilhoso.Gabigol, atacante do Flamengo

Segundo Gabigol, sua relação com Ceni é muito boa. "Falaram que briguei com o Dome no vestiário, que eu não gostava dele. Com Jorge (Jesus), também. O Ceni é um cara com quem eu aprendo muito. É experiente, já venceu tudo e está aqui de corpo e alma. Estamos aqui para ajudá-lo e ele nos ajudar também." Ele ainda garantiu que o Flamengo segue na luta pelo título do Campeonato Brasileiro e que, apesar da natural pressão, a mudança mais urgente que precisa acontecer é o time voltar a obter bons resultados. "Como um time que venceu a Libertadores faltando três minutos vai desistir faltando dez jogos para o fim do campeonato?", questionou. Na segunda-feira, a equipe rubro-negra vai a campo no Centro-Oeste do país para enfrentar o Goiás.

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