Baladas e queda técnica; os motivos das ausências de Luan e Arthur na Copa

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<em>Arthur (à esquerda) e Luan com a taça da Recopa (Lucas Uebel/Grêmio)</em>
Arthur (à esquerda) e Luan com a taça da Recopa (Lucas Uebel/Grêmio)

As poucas críticas em relação à convocação de Tite para a Copa do Mundo se concentraram basicamente nas ausências dos gremistas Luan e Arthur. A um amigo, o treinador da seleção brasileira justificou os vetos do atacante e do volante por motivos diferentes: excesso de baladas e perda de performance.

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Bem relacionado com vários funcionários do Grêmio, Tite foi avisado que Luan tem curtido bastante a vida fora de campo. E as noites. O atacante é solteiro, possui um dos maiores salários do país e teria perdido um pouco do foco depois da conquista do título da Libertadores da América no ano passado.

Já Arthur não conseguiu, de acordo com Tite, retomar o bom nível depois do entorse no tornozelo esquerdo, que o deixou fora do Mundial de Clubes, em dezembro. Para o comandante da seleção, Geromel, Maicon e Éverton tem sido os alicerces do Grêmio campeão gaúcho e da Recopa de 2018.

Das 39 partidas disputadas pelo Tricolor gaúcho nesta temporada, Arthur só esteve em campo 18 vezes. Já Luan jogou mais: 24, com oito gols. Everton, por exemplo, atuou 27 vezes e marcou nove gols, um gol a mais do que seu companheiro de ataque.

Na teoria, as vagas de Arthur e Luan na seleção ficaram com Fred e Taison, ambos do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Nenhum deles participou da partida de estreia do Brasil no Mundial, no empate em 1 a 1 com a Suíça.

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