Bahia oficializa corte salarial em 25% durante a pandemia

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Apesar de viver um período de organização na sua gestão ao ponto de aumentar bastante seu poderio de investimento, o Bahia precisou tomar uma medida de corte salarial no período de paralisação das competições que afetam diretamente nas receitas.

Segundo a informação oficial, os diretores e atletas do elenco profissional do Esquadrão terão uma redução na casa dos 25%.

O anúncio vem mais com o critério de formalização do que já vinha sendo praticado no clube já que, segundo a nota, a decisão tomada em comum acordo com os envolvidos já estava vigorando desde o dia 17 de março. Data essa em que o Bahia anunciou a suspensão das atividades para respeitar o distanciamento social como forma de prevenção a COVID-19.

A redução dos vencimentos com esse percentual é exclusividade dos salários mais altos do clube, sendo outros setores afetados (inclusive jogadores da base) com redução que chegará, no máximo, a 20%. E, no caso de funcionários que ganhem até 1,5 salário mínimo (hoje equivalente a R$ 1.567,50), não haverá corte salarial.

A informação se torna oficial na mesma semana em que o presidente Guilherme Bellintani afirmou em entrevista a 'Rádio Metrópole' que abriu mão de receber seu salário enquanto não houver o retorno das atividades em sua integralidade.

Confira a nota oficial do Bahia sobre a redução salarial

O Esporte Clube Bahia comunica que, em razão das consequências da pandemia do novo coronavírus, a diretoria e o elenco profissional tiveram seus salários reduzidos em 25%. A decisão se deu em comum acordo com os jogadores, que compreenderam a situação de dificuldade enfrentada em todo o mundo.

A medida está vigorando desde o início da suspensão das atividades do clube, no dia 17 de março.

Em relação aos demais funcionários e atletas da divisão de base, após acordo com os respectivos sindicatos da categoria (Senalba e Sindap), estão sendo realizadas medidas como redução de jornada e suspensão de contratos. Os descontos, porém, chegarão ao máximo de 20% das remunerações, sendo mantida a integralidade de quem recebe até 1,5 salário.

















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