Ausência do Nilton Santos fez Botafogo passar por período 'nômade' no início de 2016

Alvinegro só engrenou após parceria com Portuguesa e mandar jogos no Luso-Brasileiro (Vítor Silva/SSPress/Botafogo


Não é inédito o fato do Botafogo ficar distante do Nilton Santos. Neste início de 2023, o clube volta a mudar de ares devido às obras para a instalação da grama sintética no estádio. Mas, sete anos atrás, a equipe lidou com um período no qual agiu como nômade ao atuar como mandante.

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Quando o estádio estava cedido aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, o Glorioso estreou no Campeonato Carioca batendo a Portuguesa por 2 a 1 em São Januário. Em cerca de dois meses, "emendou" partidas como mandantes em Los Larios (estádio dos Tigres), mandou um clássico no Maracanã e outro no Estádio Radialista Mário Helênio.

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No Brasileirão, vieram frequentes viagens para Juiz de Fora, partidas no Estádio Raulino de Oliveira e confrontos disputados no Estádio Nacional de Brasília. Porém, depois de um acordo com a Portuguesa, o Alvinegro voltou a conseguir mandar jogos como mandante no Rio de Janeiro.

No Estádio Luso-Brasileiro, os botafoguenses engataram uma sequência de sete vitórias, três empates e apenas três derrotas e, amparados pela campanha como mandantes, chegaram à vaga na Copa Libertadores do ano seguinte.

Neste 2023, a expectativa é que o Botafogo volte a contar com o Niltão na sua estreia na Sul-Americana. Resta saber como se planejará para garantir mais tranquilidade, tanto em campo quanto na sua logística.