Atuação do Vasco contra a Caldense tem de ser ponderada, mas exige atenção aos problemas

Felippe Rocha
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Foi apenas a segunda partida do time principal do Vasco na temporada. Foram dez dias de recesso após o último Campeonato Brasileiro, e então o time comandado por Marcelo Cabo teve uma semana de recuperação física. Depois jogou contra o Nova Iguaçu e, nesta quinta-feira, contra a Caldense. Um empate dramático que pode até ser ponderado, mas exige alerta.

Porque existe, sim, uma diferença física. Se o Cruz-Maltino teve uma breve folga após um desgastante campeonato, a Caldense esbanjava vigor. É início de temporada para a equipe de São Januário, a evolução física ainda deverá acontecer de maneira mais nítida, mas houve problemas para além do cansaço.

Apesar de ter marcado o gol vascaíno, Marquinhos Gabriel contou com a sorte porque a bola bateu na barreira antes de entrar. Sorte é bom, mas é melhor quando acompanhada de eficiência. E faltou novamente criatividade na faixa central do gramado. Mesmo no primeiro tempo.

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Por outro lado, por mais que não tenham sido eficientes, Gabriel Pec e Talles Magno buscaram o jogo. Tentaram ser protagonistas. A boa nova foi MT, que se destacou pela imposição física e técnica como lateral-esquerdo. Se estava prevista a contratação de um jogador para a posição, talvez não seja mais necessário. As próximas partidas indicarão.

Mas o Vasco precisa evoluir. Fisicamente, o que é óbvio; taticamente, o que vai acontecer ao longo dos jogos e das semanas; e individualmente, com o amadurecimento dos jovens e com a necessária contratação de mais jogadores. Principalmente para o ataque.