Atlético negocia custos para assinar exclusividade de dois anos com o Mineirão

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Mineirão voltará a ser a casa do Atlético (Pedro Souza / Atlético)
Mineirão voltará a ser a casa do Atlético (Pedro Souza / Atlético)

Desde o fim do ano passado que Atlético-MG e Mineirão negociam para que o clube alvinegro tenha o Gigante da Pampulha como seu principal estádio. E o acerto está próximo de acontecer. Está marcada para esta terça-feira mais uma reunião, no estádio, para definir os detalhes finais do contrato, que vai ter dois anos de duração e uma cláusula de exclusividade.

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Neste momento, o custo para levar os jogos para o Mineirão é o que atrasam a assinatura do contrato. A conta de uma partida no Gigante da Pampulha é muito maior do que no Independência. Mesmo com a capacidade de arrecadar muito mais com bilheteria e com outros ativos, o Atlético trabalha para reduzir esses custos.

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 A quantia destinada para o pagamento do serviço de segurança é um dos pontos de discussão. O valor no Mineirão é cerca de R$ 60 mil a mais do que no Independência, a cada partida. O Atlético não quer pagar essa diferença. A limpeza do estádio e também o buffet dos camarotes são outras contas consideradas altas e que a diretoria atleticana trabalha para baratear.

Mesmo faltando alguns ajustes, Atlético e Mineirão já acertaram que o contrato vai ter dois anos de duração e com cláusula de exclusividade. O Galo terá de mandar todos os seus jogos no Gigante da Pampulha. Por outro lado, a Minas Arena vai pagar ao clube quando não puder disponibilizar o estádio, exceto nas datas previamente avisadas, de acordo assinados pela empresa antes do contrato com o clube.

Um exemplo é o show do Metálica, marcado para o dia 27 de abril, marcado desde agosto do ano passado. Em situações assim, com as datas até já passadas ao Atlético, a Minas Arena não terá de pagar nada para o clube. Já para eventos que forem confirmados após a assinatura do contrato, a empresa vai compensar financeiramente o Galo. E vale o inverso também, caso o Atlético opte por atuar em outro local, mesmo com o Mineirão disponível.

Entre os pontos já definidos pelas duas partes, está uma cláusula que prevê a rescisão do contrato sem custos para o clube caso o presidente Sérgio Sette Câmara não seja reeleito em dezembro. Caso o atual mandatário do clube não concorra ao cargo para o triênio 2021/2023 ou seja derrotado na disputa, o próximo presidente do Galo terá a opção de não manter o acordo que está perto de ser acertado.

Veja mais sobre futebol mineiro no Blog de Victor Martins

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