Atletas de Qatar e Itália quebram marca de 100 anos no atletismo

·1 minuto de leitura
Medalhsitas de ouro Mutaz Essa Barshim, do Qatar, e o italiano Gianmarco Tamberi celebram resultado (Foto: Christian Petersen/Getty Images)
Medalhsitas de ouro Mutaz Essa Barshim, do Qatar, e o italiano Gianmarco Tamberi celebram resultado (Foto: Christian Petersen/Getty Images)

O italiano Gianmarco Tamberi comemorou mais do que do mundo. Ele pulava, corria, chorava, se ajoelhava, repetia tudo de novo. Era medalhista de ouro no salto em altura numa coincidência que se repetiu após 113 anos. 

É que, pelo empate mantido no placar com Mutaz Essa Barhim, do Qatar, foi feita a proposta de os dois aceitarem a medalha de ouro. Então, somente após 113 anos, uma prova do atletismo, sempre definida em detalhes, centímetros, foi terminada com a igualdade. 

Leia também:

Os dois atletas fizeram a marca de 2m37. Apesar de terem o direito a um salto extra, eles foram questionados ao juiz da prova se aceitavam o empate, ambos ficando com o ouro, e eles disseram que sim. Maksim Nedasekau, da Belarus, ficou com o bronze.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Para Barshim, do Qatar, esse foi um ouro raro. Tamberi, por outro lado, sequer competiu no Rio de Janeiro, porque se lesionou antes dos Jogos. Um empate assim só aconteceu em outras três vezes, nesta modalidade, na história dos Jogos Olímpicos: em Londres-1908, no salto com vara masculino, e no pentatlo e decatlo masculino, em Estocolmo-1912.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos