Atlético-MG tem outra dívida com a Udinese, da Itália: pela compra do lateral-esquerdo Douglas Santos

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Parece que a quitação da dívida de mais de R$ 13 milhões à Udinese, da Itália, feita pelo Atlético-MG na última segunda-feira, 27 de abril, não sanou os problemas do alvinegro com os italianos.

O clube mineiro tem outra dívida com o time de Udine, desta vez por outra compra feita junto aos italianos do lateral-esquerdo Douglas Santos, que jogou até 2016 pelo alvinegro.

O Galo deve à Udinese 2,8 milhões de euros( R$ 16 829 400,00) em valores atuais), parcelados em cinco vezes de 571 mil euros(R$ 3.431.995,50), mais 100 mil euros (R$ 601 050,00) pelo empréstimo do jogador antes do acordo de compra.

No entanto, o Atlético não quitou esse valor total, fazendo apenas dois pagamentos das parcelas de compra. O caso está na FIFA, com o parecer favorável aos italianos.






O Galo tem de resolver a situação e pagar mais duas parcelas de 571 mil euros, ou poderá sofrer penalizações. Até agora, foram quitadas duas parcelas, faltando mais três, além do valor do empréstimo. A Udinese protestou a cobrança da terceira e quarta parcela, ainda não se pronunciando sobre a quinta.


A Udinese diz, com concordância da FIFA, alegando que o Atlético teve como quitar o débito com o clube italiano, pois Douglas Santos fora vendido em 2016, após os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, para o Hamburgo-ALE, por 7,5 milhões de euros, o que garantiria o dinheiro necessário para encerrar a dívida.

Todavia, não houve o acerto, gerando outra pendência na entidade máxima do futebol para o alvinegro. O Galo entrou com uma ação no TAS(Tribunal Arbitral do Esporte, na Suíça) para evitar a penalização na FIFA, conseguindo mais prazo.

O caso se arrasta desde 2015 e em 23 de dezembro de 2019, o Comitê Disciplinar da Fifa encaminhou dois ofícios à CBF, notificando o time mineiro que teria de de quitar as duas parcelas de 571 mil euros para a Udinese em de 60 dias, o que ainda não aconteceu.


Os prazos para que a dívida seja quitada com a Udinese podem ser estendidos, porém, caso o clube mineiro não acelere o processo, poderá ser punido pela FIFA.











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