Atlético-MG tem elenco de R$ 930 milhões e dívida administrável

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O Atlético-MG divulgou seu relatório financeiro do primeiro semestre de 2021, algo inédito na história do clube alvinegro. Os dados indicam que o momento é de transparência do Galo. A dívida segue alta, cerca de R$ 1,32 bilhão, mas com ações de médio e longo prazo, que podem demonstrar que é algo administrável.

Os números apresentados pelo time mineiro são referentes aos meses de janeiro a junho de 2021. No documento, enviado à imprensa, o balanço apresentado pelo time atleticano tem dívidas de curto prazo menores, com uma queda de R$ 120 milhões (-20%) em relação a 2020. Caiu de e R$ 608 milhões para R$ 487 milhões.

Já a dívida de longo prazo aumentou de R$ 713,6 milhões para R$ 862,8 milhões, mais 20% na conta alvinegra. Esse valor cresceu porque houve investimentos os mecenas do clube, que amortizaram dívidas de curto prazo e investiram em contratações, por exemplo.

Outro dado positivo foi a redução de 90% da dívida em ações na Fifa. O time alvinegro conseguiu reduzir de R$ 70 milhões para apenas R$ 7 milhões o passivos na entidade máxima do futebol.

O Atlético colocou no relatório o total dos seus ativos, participações societárias, propriedades para investimento, imóveis, que está avaliado em R$ 1,45 bilhão.

Receitas positivas


No balanço de entradas e saídas de gastos, o Atlético informou ter tido um superávit de R$ 49,2 milhões. O clube usou as receitas referentes ao exercício de 2020, como a premiação e direitos de TV do Brasileirão de 2020, deR$ 39,4 milhões, na conta.

Contando com o valor de premiação, mas descartando as receitas patrimoniais, entraram nos cofres do Galo R$ 147,8 milhões no 1º semestre de 2021, ou 105% maior em relação ao mesmo período de 2020, R$ 72,1 milhões.

O Galo também contabilizou outros R$ 85,7 milhões frutos de receitas financeiras(não ligadas ao futebol, além das vendas de referentes a vendas de Marrony e Gabriel.

Outra venda de impacto foram os R$ 26 milhões do Manto da Massa, que foi novo sucesso do clube.

Já os gastos, o Galo informou ter gasto R$ 65 milhões na compra de direitos econômicos , R$ 137,6 milhões com o futebol profissional, R$ 3,7 milhões com o clubes sociais e R$ 6,2 milhões com viagens, totalizando custos R$ 213 milhões no semestre.

Custo com futebol cresce

Se as contas estão bem, os gastos com o futebol tiveram acréscimo. Nos primeiros seis meses de 2021, o gastou R$ 137,6 milhões, aumento de quase 40% em relação ao mesmo período de 2020, quando a despesa foi de R$ 68,1 milhões. Todavia, o valor é menor em relação à despesa de 2020, quando o custo superior a R$ 150 milhões.

Elenco valorizado

Segundo o Atlético, o elenco atual está avaliado em R$ 930 milhões, um aumento de 48% em relação à estimativa de dezembro de 2020, de R$ 630 milhões, com as contrações deste ano, como Hulk, Diego Costa e Nacho Fernández.

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