Atenção do banco e coragem: os segredos dos dribles de ‘Kenaldinho’

Engana-se quem pensa que os jogadores de futebol profissional que estão no banco de reservas durante uma partida não ficam atentos ao que acontece em campo, ao menos no caso de Keno. Suplente na atual formação de Eduardo Baptista no Palmeiras, o atacante afirmou que fica 90 minutos concentrado para o caso de entrar no jogo.

“Tenho que estar muito concentrado. Antes de a jogada acontecer eu já preciso saber o que vou fazer. Quando estou no banco de reservas, vejo bastante os defensores para ver os defeitos deles, como marcam. Assim, quando entro, estou pronto”, afirmou o atacante.

Em apenas quatro meses de Palmeiras, mesmo sendo reserva em sete dos 12 jogos para os quais foi relacionado, Keno já caiu nas graças da torcida. Tendo o drible como principal característica, o atacante já ganhou até apelido dos alviverdes.

“Torcedor chama de Kenaldinho, vários apelidos… o bom é incentivar para o melhor. Por enquanto só me chamam assim (risos)”, brincou o jogador, que falou sobre seu principal atributo.

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“Tem que ter coragem. Se errar, tem de ter ainda mais para acertar os dribles em seguida. Eu trabalho a cada dia, no um contra um sou muito bom. Vou errar, mas continuarei tentando. O Eduardo Baptista quando me coloca fala que tenho que quebrar a linha, enfrentar no mano a manos para quebrar a defesa deles. Venho trabalhando para quando ele optar por mim eu estar bem preparado”, finalizou.