Argentina bate Chile e fica com o terceiro lugar da Copa América

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Jogadores da Argentina comemoram um dos gols na vitória (Reuters/Amanda Perobelli)
Jogadores da Argentina comemoram um dos gols na vitória (Reuters/Amanda Perobelli)

Em um jogo que ficará marcado pelos protestos da torcida após a expulsão de Lionel Messi, a Argentina bateu o Chile por 2 a 1 neste sábado (6), na Arena Corinthians, e ficou com o terceiro lugar da Copa América 2019.

Aos 7, a Argentina teve a primeira chance do jogo. Aguero recebeu perto da entrada da área e bateu para o gol, mas a bola passou ao lado do gol defendido por Arias. Quatro minutos depois, os argentinos abriram o placar. Enquanto os chilenos reclamavam de uma falta, Messi cobrou rápido e achou Aguero, que passou por Arias e empurrou para o gol vazio.

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O Chile até tentou chegar após o gol, mas sem muito sucesso. Aos 19, Messi bateu para o gol de fora da área e Arias defendeu tranquilamente. Dois minutos depois, os argentinos aumentam a conta. Lo Celso lançou e Dybala tocou por cima de Arias para marcar.

Os argentinos continuaram em cima e quase chegaram ao terceiro gol aos 31. Messi lançou para a área e Dybala pegou de primeira, mas a bola passou rente ao gol de Arias e saiu. Aos 37, Messi e Medel se estranharam após um lance de ataque da Argentina. Os dois se encararam e chegaram a encostar mais de uma vez. O árbitro Mario Vivar expulsou os dois capitães, mesmo com os protestos dos bancos de reservas. Foi a segunda expulsão da carreira de Messi, a primeira por vermelho direto. O fato gerou revolta dos torcedores, que começaram a partida vaiando o jogador, mas xingaram e vaiaram bastante o árbitro após a saída do meia.

Logo aos 3 minutos do segundo tempo, a Argentina teve duas boas oportunidades em uma confusão na área, mas o goleiro Arias fez uma boa defesa para impedir que o placar aumentasse. O Chile ganhou sua oportunidade aos 11. O VAR convidou Mario Vivar para conferir uma entrada de Lo Celso em Aranguiz e o árbitro marcou pênalti. Vidal bateu forte no meio do gol e diminuiu o prejuízo da Roja. Empolgados pelo gol, os chilenos chegaram logo depois, mas Fernandes bateu fraco e Armani defendeu tranquilamente.

A próxima chance do Chile veio aos 26 minutos, quando Vargas bateu e Armani fez uma defesa segura. No contra-ataque, a Argentina quase conseguiu aumentar. Di Maria fez bela jogada, incluindo uma meia-lua em um chileno, e passou para Aguero, mas a bola ficou curta e o atacante do Manchester City teve sua tentativa impedida pelo goleiro Arias.

Já nos acréscimos, o Chile tentou buscar o gol de empate. A equipe reclamou bastante um toque de mão depois de uma bola levantada na área, mas a arbitragem mandou o jogo seguir.

FICHA TÉCNICA

ARGENTINA x CHILE

Data e horário: 6 de julho, 16h
Local: Arena Corinthians - São Paulo (SP)
Público: 44.449 (2.696 não pagantes)
Renda: R$ 7,18 milhões
Árbitro: Mario Diaz de Vivar (Paraguai)
Árbitros assistentes: Eduardo Cardozo e Dario Gaona (Paraguai)
VAR: Diego Sueldo (Peru), Andrés Rojas (Colômbia) e Jonny Moncada (Peru)

Gols: Sergio Aguero (12’/1T), Paulo Dybala (22’/1T), Arturo Vidal (14’/2T)

Cartões amarelos: Germán Pezzella, Leandro Paredes, Juan Foyth, Nicolas Tagliafico (Argentina); Jean Beausejour, Arturo Vidal, Erick Pulgar (Chile)
Cartões vermelhos: Lionel Messi (Argentina), Gary Medel (Chile)

ARGENTINA: Franco Armani, Juan Foyth, German Pezzella, Nicolas Otamendi, Nicolas Tagliafico; Leandro Paredes, Rodrigo De Paul, Giovani Lo Celso; Lionel Messi; Sérgio Aguero (Matías Suarez), Paulo Dybala (Angel Di Maria). Técnico: Lionel Scaloni.

CHILE: Gabriel Arias, Gary Medel, Gonzalo Jara (Guillermo Maripán), Paulo Diaz; Mauricio Isla, Charles Aranguiz (Nicolas Castillo), Erick Pulgar, Arturo Vidal, Jean Beausejour; Eduardo Vargas, Alexis Sanchez (Junior Fernandes). Técnico: Reinaldo Rueda.

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