Apple volta atrás e libera app que tinha acusado de fazer apologia ao uso de drogas

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Tim Cook, chefe da Apple. (Foto: Pavlo Gonchar/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Tim Cook, chefe da Apple. (Foto: Pavlo Gonchar/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

O time responsável pela loja de aplicativos da Apple, a App Store, voltou atrás numa decisão que ameaçava excluir permanentemente de seu ecossistema um aplicativo que tinha o nome de uma substância controlada nos Estados Unidos: o Amphetamine, ou “anfetamina” na tradução do inglês.

As informações são do site Business Insider, especializado na cobertura de negócios.

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O app em questão funciona para manter Macs funcionando sem parar, sem modo repouso. O nome faz referência à substância controlada que age como um estimulante do sistema nervoso humano.

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Primeiro, a Apple exigiu a substituição do nome, sob o argumento de que o app estaria fazendo apologia ao uso de substâncias controladas.

Mas seu criador, o desenvolvedor William Gustafson, argumentou que vários remédios nos Estados Unidos fazem uso de anfetaminas legalmente, e que de todo modo, o nome era utilizado de forma metafórica.

A comunidade de desenvolvedores ficou do lado de Gustafson, e pressionou a Apple a rever sua decisão.

Finalmente, segundo o criador do Amphetamine, após uma ligação telefônica, a Apple concordou em manter o app em sua loja, alegando ter entendido o uso “metafórico” e dentro de um contexto médico do nome.

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