Após pagar indenização de R$ 3 mi, Cicinho admite que torce contra Atlético

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Cicinho durante amistoso beneficente organizado por Roberto Carlos (Thiago Calil/Agif)
Cicinho durante amistoso beneficente organizado por Roberto Carlos (Thiago Calil/Agif)

“Não tenho nada contra o torcedor, mas o Atlético não é uma memória agradável para mim. Eu paguei pra jogar no Atlético. Não guardo mágoa, mas torço para que o Atlético não se dê bem”. Foi com essas frases fortes que Cicinho, ex-lateral-direito da seleção brasileira, respondeu ao Blog sobre sua passagem pelo clube mineiro. E a torcida contrário tem a ver com uma indenização milionária paga no ano passado.

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Cicinho foi condenado a desembolsar R$ 3,3 milhões. “Perdi uma ação para o Atlético. É que tinha uma cláusula que eu teria que ter notificado se fosse sair do clube e tive que pagar R$ 3 milhões. Teve mais R$ 300 mil ao advogado”, revelou o ex-jogador, que passou por Belo Horizonte entre 2001 e 2003, com 96 jogos e sete gols.

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“Teve esta falta de honestidade do clube, que perdeu um dinheiro para o banco Axial, e eu que tive que pagar. Nunca ganhei dinheiro nenhum do Atlético, só para que o torcedor entenda. Tudo o que ganhei lá em quase três anos, tive que pagar agora para que não penhorassem alguns bens meus”, acrescentou.

Depois da derrota nos tribunais, Cicinho desembolsou R$ 1,8 milhão à vista e mais três parcelas que totalizaram R$ 1,2 milhão. “Não tenho carinho nenhum pelo clube. Tenho pelos torcedores e pelo time fantástico. Agora, diretoria e todo esse negócio não me agrada não”, finalizou o lateral, que se aposentou em 2018 e mora em uma cidade a 120 quilômetros de Goiânia.

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