Após condenação, torcida pede que Santos remova homenagens a Robinho

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ISTANBUL, TURKEY - JANUARY 14: Robinho (L) of Medipol Basaksehir in action against Muslum Aydogan (3) of GMG Kirklarelispor during Ziraat Turkish Cup round 16's first soccer match between Medipol Basaksehir and GMG Kirklarelispor in Istanbul, Turkey on January 14, 2020. (Photo by Isa Terli/Anadolu Agency via Getty Images)
Campos das categorias de base levam o nome do jogador que foi condenado em última instância por estupro. Foto: (Isa Terli/Anadolu Agency via Getty Images)

Após a decisão da Justiça da Itália de ter condenado Robinho na última instância por estupro coletivo, a repercussão na torcida do Santos foi enorme. Simpatizantes e torcedores do Peixe se mobilizaram para pedir que as homenagens e referências ao ex-jogador do clube fossem apagadas.

Revelado pelo clube da Vila Belmiro e principal nome da geração que conquistou os títulos do Campeonato Brasileiro dos anos de 2002 e 2004, além de capitanear a geração de Neymar e Paulo Henrique Ganso no ano de 2010, quando foi conquistada a taça da Copa do Brasil, Robinho é homenageado pelo Santos com fotos, há de outros jogadores também, no Centro de Treinamento Rei Pelé e na Vila Belmiro.

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O Memorial das Conquistas, local aberto à visitação do público na Vila Belmiro onde é exibida a história do Santos, é comum de ver imagens do ex-jogador. Em outras áreas do estádio, mas privadas e de acesso permitido apenas para funcionários, também existem imagens de Robinho junto de mensagens de incentivo.

Ainda nas homenagens ao jogador condenado por estupro coletivo, um dos dois campos do CT Meninos da Vila, onde as categorias de base do Santos realizam seus treinamentos, leva seu nome. O outro campo é chamado de 'Diego Ribas', também protagonista da geração de 2002.

Nas redes sociais, foi possível notar manifestações da torcida para que as homenagens sejam retiradas dos ambientes do clube.

A Corte de Cassação de Roma, equivalente ao Supremo Tribunal Federal no Brasil, confirmou na manhã da última quarta-feira (19) a condenação de Robinho e um amigo do jogador, chamado Ricardo Falco, a nove anos de prisão por violência sexual de grupo contra uma mulher albanesa.

Por estarem no Brasil, Robinho e Ricardo Falco não devem ser detidos e cumprirem a pena imposta pela justiça italiana. A constituição brasileira proíbe a extradição de brasileiros e assim caberia aos italianos solicitarem o cumprimento da pena no país. Só que o processo, não tem prazo para ocorrer.

Desta forma, caso os dois realizem viagens ao exterior, a Itália pode solicitar um pedido internacional de prisão.

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