'Bate-Estaca' relembra dificuldade de Joanna com Gadelha: "Meu direto vai matá-la"

Daqui pouco mais de uma semana, Jéssica ‘Bate-Estaca’ entrará no octógono para a luta mais importante de sua vida. A paranaense medirá forças com Joanna Jedrzejczyk no dia 13 de maio, no UFC 211, em Dallas (EUA), em duelo válido pelo título da divisão feminina dos palhas (52 kg).

E faltando poucos dias para este importante desafio, a brasileira conversou com a Ag. Fight, revelando como está sua cabeça para o duelo com a polonesa. Jéssica também comentou a respeito de uma importante ajuda que poderá contar durante a semana da luta, quando geralmente é o período mais complicado para o qualquer atleta por conta do corte de peso.

“Estou bem tranquila, treinando bastante e minha primeira preocupação é a pesagem mesmo. É a primeira grande guerra. Mas eu estou bem tranquila, bem focada e com certeza de que chegarei lá e farei uma grande luta. São as semanas mais desgastantes e principalmente a última. Mas para essa luta eu vou levar a minha mulher, então será bem mais fácil e melhor. Estando bem de cabeça, estamos bem de tudo”, refletiu.

Para conseguir levar esse cinturão para o Brasil, Bate-Estaca assistiu a muitos vídeos de lutas passadas da poloneses. E na avaliação da paranaense, o melhor caminho para a vitória deve ser realmente com a trocação no duelo em pé. Jéssica confia na força dos seus punhos para derrubar Joanna.

“Todas as lutas que nós vimos dela percebemos que ela tem muita velocidade, mas não consegue botar muita força nas mãos. Acho que eu bato com mais força e a mesma velocidade. Esse é meu diferencial para as outras lutadoras. A Claudinha [Gadelha] conseguiu derrubar ela com um jab. Se o jab da Claudinha a derrubou, o meu direto vai matá-la (risos). O cotovelo e o chute são os melhores dela. Ela tem um chute bom”, analisou.

“A gente focou muito na parte da trocação. Pela última luta dela, se for parecido, provavelmente eu consigo levar a vitória. Mas a parte de chão minha também é muito boa. Tenho certeza de que se eu colocar ela no chão eu consigo manter ela lá. Estou ansiosa para acabar com a luta logo”, completou.

Aos 25 anos, Jéssica Bate-Estaca tem 16 vitórias e cinco derrotas na carreira de MMA. Desde que deixou os galos (61 kg) e baixou para os palhas, a mineira ainda não sabe o que é perder. Foram três lutas e três triunfos, sendo um por nocaute, um por finalização e outro na decisão.

Joanna Jedrzejczyk, por sua vez, segue invicta no MMA após 13 lutas como profissional. Sua última defesa de título foi contra Karolina Kowalkiewicz no UFC 205, em novembro do ano passado.

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