Após título, Guerra e Borja voltam para Libertadores em fases diferentes

Uma das principais contratações do Verdão para a temporada, atacante colombiano ainda não conseguiu corresponder o esperado

Focado em vencer a Copa Libertadores de 2017, o Palmeiras apostou na contratação de dois jogadores que foram campeões da competição em 2016, pelo Atlético Nacional-COL: Alejandro Guerra e Miguel Borja chegaram sob muita expectativa, mas por enquanto vivem momentos diferentes.

Guerra ainda não brilhou pelo Palmeiras. Disputou quatro jogos, mas não fez gol e nem deu assistência. Só acertou um chute a gol e criou apenas três chances para finalização. Por enquanto ficou marcado por ter perdido uma disputa que resultou em gol decisivo no clássico contra o Corinthians. 

Claro que é cedo demais para fazer qualquer conclusão sobre Guerra. Ele ainda está em período de adaptação ao futebol brasileiro e pode explodir justamente na Libertadores, competição em que foi eleito o melhor jogador em 2016.

Veja os números de Guerra no Paulistão 2017:

 

Já a adaptação de Borja foi bem mais rápida. O colombiano foi reserva nos dois primeiros jogos e mesmo assim fez dois gols. Além disso, mostrou outras qualidades típicas de um centroavante de área: é forte, tem presença de área, sabe fazer jogada de pivô e tem velocidade.

Também é cedo para dizer que a contratação de Borja foi um grande sucesso. Na estreia pela Libertadores ele ainda fará o primeiro jogo como titular. Mas o ótimo começo dá confiança para ele e empolga a torcida.

A volta de ambos para Libertadores acontecerá nesta quarta-feira, quando o Palmeiras enfrentará o Atlético Tucumán, na Argentina, às 19h45 (de Brasília). O técnico Eduardo Baptista tem feito mistério sobre a escalação, mas provavelmente Borja será titular, enquanto Guerra ficará na reserva. Seja como for, eles ainda são grandes esperanças para o Verdão buscar o título.