Angélica relembra 'guerra das loiras' com Xuxa e Eliana: "A gente não se falava"

Lucas Pasin
·2 minuto de leitura
Angélica, Xuxa Meneghel e Eliana (Foto: Reprodução/Instagram @angelicaksy)
Angélica, Xuxa Meneghel e Eliana (Foto: Reprodução/Instagram @angelicaksy)

No comando do programa 'Simples Assim', da TV Globo, Angélica foi a capa da semana da revista 'QUEM' e falou sobre feminismo, quarentena e também sobre uma possível 'rivalidade' antiga que teria com Xuxa e Eliana, quando as loiras ‘brigavam’ pela audiência infantil na TV.

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"Não éramos inimigas, mas aquela mentira [da rivalidade] se tornava uma verdade. A gente não se falava e deixava esse movimento tomar conta. Hoje, isso não cabe mais. Se alguém chega e me fala: “Angélica, pessoa X falou de você, disse que não gosta de você”, eu vou ligar, vou perguntar. A internet propicia muito isso, essa abertura, essa chance de você ter uma maior proximidade. Hoje, estamos em um momento de dar as mãos", disse Angélica para a 'QUEM'.

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A apresentadora fala que a mulher ficou com um 'estigma' de não gostar uma da outra e reforça que isso é culpa do machismo estrutural: "Quando falamos em machismo, não falamos só de homens, não. Tem muita mulher machista por aí. Isso está caído, né? Bem caído. Não é porque sou mulher que preciso concordar com tudo o que você pensa, não preciso ser sua amiga íntima, mas eu não posso e não devo te jogar para baixo. As mulheres têm que se unir. Tem quem fale que está demais essa onda feminista, mas, às vezes, é preciso ir a um extremo para depois voltar a um caminho do meio. Não cabe mais uma mulher falar da outra, não cabe mais aceitar como a gente aceitava naquela época."

Ainda na entrevista, Angélica falou sobre o período da pandemia e revelou que criou uma rotina com o marido, Luciano Huck, para terem tempo de namorar: "As crianças vão dormir às 9 da noite e, aí, a gente senta para jantar, conversar, ter nossos momentos, ver um filme… O que mudou foi nosso horário. Como a gente passou a ter esse tempo a partir das 9 da noite, a gente passou a dormir só umas 2h da manhã. É muito assunto, muito filme para ver, é muito tudo (risos)".

Por fim, ela comentou sobre os rótulos que muitas vezes são dados, como 'futura Hebe Camargo' e 'futura primeira dama': "No caso da Hebe, acho um luxo (risos). No caso de primeira-dama, às vezes, acho divertido; às vezes, acho chato. Por um lado, acho legal as pessoas que visualizam com um olhar amoroso, com um olhar de esperança. Afinal, o país está em um momento difícil mesmo. Mas quando é numa onda de fazer piada ou de te colocar em uma situação embaraçosa, aí acho ruim."