Andrés Sanchez faz autocrítica sobre terceiro mandato no Corinthians: "Sem tesão"

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Entrevista do ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez tratou de suas passagens pelo clube. Foto: (Ettore Chiereguini/AGIF)
Entrevista do ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez tratou de suas passagens pelo clube. Foto: (Ettore Chiereguini/AGIF)

O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, assumiu em entrevista que seu último mandato (de 2018 até 2021) foi o pior dos três que teve à frente do time de Itaquera. A avaliação de Andrés é que lhe faltou o 'tesão' que teve nos outros dois períodos de comando (de 2007 a 2011) e delegou muitas funções para terceiros cumprirem.

O ex-cartola admitiu que seu retorno à presidência do Corinthians teve dois temas específicos como metas. Inicialmente, a venda dos naming rights da então Arena Corinthians para a empresa farmacêutica Neo Química e também a negociação com a Caixa Econômica Federal para o pagamento da construção do estádio do Timão.

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Na entrevista, cedida ao canal Camisa 21, Andrés declarou que: "O meu primeiro mandato no Corinthians foi muito melhor, claro. até porque eu não queria no segundo. Voltei sem tesão, voltei com o objetivo de dar um nome para o estádio e fazer o acordo com a Caixa e, na verdade, não me preocupei muito com as outras coisas. Deleguei muito. No futebol, quanto menos você delegar, melhor. E o mundo mudou muito, o clube, os níveis de cobrança, exigência. Tenho certeza que meus primeiros mandatos foram muito melhores que o terceiro".

O ex-mandatário do Corinthians, conhecido por sua sinceridade única, ainda comentou sobre contratações feitas por sua gestão, como a de Luan, ex-Grêmio, e a comparou com jogadores que já passaram pelo clube e também não tiveram sucesso imediato: "Eu não me arrependo de nada no futebol. Você acerta e você erra. Ninguém quer jogar mais que o jogador. (O Luan) treina bastante, está trabalhando, até o ano passado, quando eu tinha contato, era um dos mais dedicados. Tenho certeza que ainda é. É momento, é psicológico. Pode ser que daqui três meses, dispare a jogar bem".

E continuou, onde compara Luan com Felipe, zagueiro atualmente no Atlético de Madrid e Ángel Romero, atualmente sem clube: "O Felipe, zagueiro, hoje é um dos melhores do Brasil, o Tite queria mandar embora, o Mano Menezes queria mandar embora, todo mundo. Ficou dois anos lá, malemal treinava. E virou o zagueiro que virou. O Romero ficou lá dois anos sem treinar e depois virou ídolo. Romero ídolo também é o fim, mas virou ídolo. Tem que ter paciência".

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