Anderson Barros e Cícero de Souza sofrem primeiras cornetas no Palmeiras

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Anderson Barros é diretor-executivo alviverde desde 11 de dezembro (Cesar Greco/Palmeiras)
Anderson Barros é diretor-executivo alviverde desde 11 de dezembro (Cesar Greco/Palmeiras)

O ano mal começou, mas as cornetas já tocaram no Palmeiras. E os primeiros alvos são o diretor-executivo de futebol Anderson Barros e o gerente Cícero de Souza. Pessoas do COF (Conselho de Orientação Fiscal) e até gente próxima ao presidente Maurício Galiotte andam incomodadas com os salários da dupla e sua performance no mercado de contratações.

Anderson Barros ganha aproximadamente R$ 125 mil por mês e está entre os cinco executivos de futebol mais bem pagos do país. Já Cícero, no clube desde o início da era Alexandre Mattos, teve recentemente um aumento e passou a embolsar aproximadamente R$ 100 mil mensais, que fazem dele o gerente de futebol com a maior remuneração do país.

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A título de comparação, vale contar que Paulo Pelaipe, dono do mesmo cargo no Flamengo campeão brasileiro e da Libertadores, no ano passado, faturava R$ 60 mil por mês. Membros do COF ligados a Mustafá Contursi entendem que o saneamento feito em diversas áreas do Palmeiras nos últimos dias acabou ignorado em relação a esses dois profissionais.

Anderson e Cícero ainda têm direito a uma série de bonificações ligadas à performance do time, que aumentariam ainda mais seus rendimentos.

As reclamações internas também são consequência do fato de o Verdão ainda não ter contratado jogadores em 2020. E, em todas as disputas que se meteu, o clube acabou derrotado. Foi assim com Michael, contratado pelo Flamengo, Orejuela, novo reforço do Grêmio, Jorge Sampaoli, que está desempregado...

A prioridade do Palmeiras até o momento foi enxugar o elenco. Fernando Prass, Edu Dracena, Antônio Carlos, Thiago Santos, Hyoran, Carlos Eduardo, Henrique Dourado, Deyverson, Artur e Borja já deixaram o clube. Só que ninguém foi contratado.

O Verdão trabalha em cima de alguns nomes, como Rony, do Athletico Paranaense, e Dodô, que deixou o Cruzeiro.

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